Assédio Moral. Esta tem sido a principal postura do Banco do Nordeste na Campanha Salarial deste ano. Não satisfeitos em assediar moralmente, intimidar e amedrontar os funcionários, ameaçando a retirada das comissões e até mesmo do emprego – no caso dos contratados – a quem aderir à greve, a diretoria do Banco agora ameaça e pressiona sindicalistas pelo Brasil afora, através de telefonemas, tentando calar a boca dos que lutam por uma vida mais digna para o funcionalismo.
Além disso, a AFBNB recebeu outras denúncias graves: a de que o Banco estaria pegando os nomes dos agentes de desenvolvimento que aderiram à greve e mais, que estaria convocando funcionários para trabalhar, através de mensagem eletrônica, alegando que, em acordo com os Sindicatos, as atividades de análise e acompanhamento de projetos e a área jurídica, além da compensação, foram incluídas como Essenciais.
A AFBNB e a CNFBNB negam veementemente esta informação! A única área considerada essencial é a compensação e esta sempre foi respeitada por parte do movimento grevista. Nunca houve acordo algum incluindo outras áreas. A denúncia é vergonhosa, mas serve para revelar a verdadeira face daqueles que um dia acenaram para a possibilidade de uma negociação justa.
Para a categoria alcançar resultado satisfatório, diante dessa intransigência e dos mecanismos vis utilizados pelos patrões, o jeito é greve, já! No momento, a única forma de nos fazer ouvir.
Não podemos ficar alheios ao nosso futuro, alienados do processo. Para a categoria ganhar maior força nessa campanha é importante que tenhamos unidade na luta. Estarmos juntos é fundamental. Inclusive, para rebater as medidas coercitivas e inibitórias que os Bancos têm adotado em relação aos seus empregados.
Vamos à luta! A negociação não irá avançar se não houver greve! Participe! |