- O funcionalismo precisa dar uma resposta contra à inércia do Banco em tomar uma decisão em relação às reivindicações;
- Autoritarismo por parte do BNB, imaginando que os comissionados podem se submeter a imposições da diretoria da Instituição;
- Atitude de dissimulação dos negociadores do Banco no processo de negociação, na tentativa de ganhar tempo;
- Não posicionamento do Banco sobre o ingresso na mesa única (cumprimento da Fenaban), enquanto todos os outros bancos (inclusive o BASA) já assumiram esse compromisso. Ou seja, não há garantias da concessão nem mesmo dos 4% de reajuste salarial;
- Os funcionários do BNB são os bancários com o maior índice de perdas salariais acumuladas, além de direitos usurpados pela administração anterior;
- As receitas de tarifas apresentadas pelo Banco no Balanço do 1o semestre cobriram, com sobra, as despesas de pessoal;
- O Banco obteve um bom lucro operacional, da ordem de R$ 125 milhões;
- Os funcionários do BNB devem fazer a sua parte na luta por melhores condições de emprego e salário, sendo solidários com os outros bancários, construindo a greve unificada e cumprindo as determinações das assembléias;
- O funcionalismo deve se mobilizar para dar respaldo à Comissão Nacional na mesa de negociação. Nesse sentido, não pode aceitar qualquer intimidação ao direito legítimo e constitucional da greve;
- A greve é nossa resposta à estratégia do Governo Federal de isolar o BNB, posto que o Banco do Brasil já apresentou propostas e iniciou efetivamente as negociações;
- Um banco de desenvolvimento não se fortalece e se sustenta se os seus funcionários acumulam, a cada ano, perdas salariais – não podendo custear o seu auto-desenvolvimento e manter padrão digno para sua família;
- As conquistas dependem da nossa organização, mobilização e luta!
Compareça às assembléias para definir os rumos da nossa Campanha Salarial!
A negociação não irá avançar se não houver greve! Participe! |