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Notícias

  04/10/2005 

Por uma integração soberana

A participação de dirigentes da União Nacional dos Trabalhadores (UNT) da Venezuela nos debates sobre “Integração energética e Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba)”, realizados na sede da CUT nos dias 29 e 30 de setembro, “conformou uma plataforma comum de resistência à globalização neoliberal, para avançarmos na luta pela soberania dos nossos países e pelos direitos dos nossos povos”.

A afirmação é do presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores, João Antonio Felício, que manifestou a “satisfação e o orgulho em construir caminhos conjuntos com a UNT, uma central muito parecida com a CUT, que tem se destacado no enfrentamento à ingerência do imperialismo na Venezuela”. “Vamos somar nossas identidades e consolidar uma estratégia comum pelo desenvolvimento e pela integração, contra a pobreza e a exclusão social”, sublinhou.

REPRESENTATIVIDADE - Compuseram a delegação venezuelana os dirigentes sindicais Marcela Maspero e Eduardo Piñate (UNT); o líder petroleiro Victor Martinez e Jacobo Torres, da Força Bolivariana dos Trabalhadores, que expuseram os inúmeros avanços e conquistas que o governo do presidente Hugo Chávez vem proporcionando à classe trabalhadora e ao povo do seu país, mas também a visão integracionista, que tem fortalecido os laços de solidariedade com toda a América Latina e o Caribe.

Conforme João Vaccari Neto, secretário de Relações Internacionais da CUT, “a integração é fundamental e deve ser construída levando em conta o amplo arco de alianças existente no Continente”. O objetivo, sustenta Vaccari, é “garantir os direitos dos trabalhadores e da sociedade, fortalecendo uma complementação das nossas economias que priorize nossa soberania e agregue valor aos nossos produtos”.

VITÓRIAS POPULARES - Para Rafael Freire, da secretaria de Relações Internacionais da CUT, as vitórias eleitorais de Lula, Chávez, Tabaré e Kirchner refletem em grande medida a crescente mobilização popular contra a devastação neoliberal que assolou o continente na última década. “É hora de potencializar ações unitárias, sem veto ideológico, somando sindicatos com os movimentos sociais e ONGs para enfrentar o inimigo comum: o imperialismo”, sublinhou. Rafael lembrou que bem próximo de nós, no vizinho Paraguai, “uma missão militar estadunidense está se estabelecendo em zonas vitais, sobre o aqüífero Guarani, ao lado da tríplice fronteira e de Itaipu. Isso em meio a uma crise de legitimidade que reflete o esgotamento e a falência do modelo neoliberal”.

Dirigente da Força Bolivariana de Trabalhadores, componente da UNT, Jacobo Torres enfatizou que “ao contrário da entregação proposta pelo imperialismo por meio do neoliberalismo, os povos defendem a integração e é isso o que estamos construindo irmanados”.

Ficou acordado que uma delegação da CUT visitará a Venezuela nos próximos meses para aprofundar os laços de solidariedade e amizade com a UNT.   

Fonte: CUT

Última atualização: 04/10/2005 às 10:27:00
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