Após paralisação de 24 horas realizada nesta quarta-feira (28), bancários de todo país decidiram entrar entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 6 de outubro, devido a intransigência demostrada pelos banqueiros que não fazem menor menção de atender às reivindicações dos trabalhadores.
Os bancários querem reajuste salarial de 11,77%, PLR maior (um salário mais valor fixo de R$ 788 acrescidos de 5% do lucro líquido distribuídos de forma linear entre os funcionários), valorização dos pisos, garantia de emprego e novas conquistas - como o 14º salário, 13ª cesta-alimentação, proteção salarial (reajuste sempre que a inflação acumulada alcançar 3%). A minuta com as reivindicações foi entre no dia 11 de agosto.
Em entrevista ao Portal do Mundo Trabalho, o presidente do Sindicado dos Bancários de Brasília, Jacy Afonso, afimou que a largada da greve foi vitoriosa. A paralisação da semana passada foi positiva, e agora o desafio de todos nós é fazer uma greve mais forte e ampla re”, diz Jacy Afonso.
Dentre as cláusulas sociais, há pontos como a promoção da igualdade de oportunidades e o controle de tempo de espera nas filas. Também são reivindicados o fim da terceirização e a recontratação dos terceirizados; ampliação do horário de atendimento ao público para das 9h às 17h, com dois turnos de trabalho; medidas para coibir e combater ao assédio moral; continuidade dos trabalhos da Comissão de Segurança Bancária; eleição de delegados sindicais nos locais de trabalho.
O secretário-geral do Sindicato, Enilson da Silva, enfatizou que a greve é da categoria. "É importante que todos tenham consciência que o sucesso da greve depende da participação de todos nos comitês de esclarecimento e nas atividades aprovadas em assembléia”, afima o secretário-geral do Sindicato.
Fonte: CUT |