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Notícias

  21/10/2011 

Greve é por pendências históricas; não apenas reajuste salarial

Nunca é demais lembrar que os funcionários do BNB estão de braços cruzados ao trabalho há 24 dias não apenas pelo reajuste salarial, mas também - e principalmente - pelas pendências históricas que se arrastam há anos com sem nenhuma perspectiva concreta de serem solucionadas. Voltamos a afirmar que os funcionários devem permanecer em greve até terem suas pendências resolvidas ou, no mínimo, que os administradores do Banco sinalizem com propostas de solução a curtíssimo prazo.

Vamos a elas:

Isonomia
– O BNB não pode mais continuar tratando seus funcionários de forma diferenciada. A igualdade de tratamento é essencial passo para se alcançar o respeito pleno, bem como para a democracia e transparência nas relações de trabalho. De antemão, o Banco deve estender todos os benefícios, a exemplo licença-prêmio, ao conjunto dos  funcionários, independente da data da posse e por todo tempo de vida laboral na instituição.
 
PCR digno
- É inadmissível que uma instituição do caráter do BNB não possua um Plano de Cargos e Salários condizente com a sua missão. Faz-se necessária a alteração do plano vigente: correção das distorções existentes nos três primeiros níveis com os respectivos impactos sobre os demais níveis, em decorrência do percentual praticado  quando o Banco implementou o piso constante do acordo coletivo de 2009; fim da estagnação com a ampliação da carreira, bem como o respeito à data já acordada no Acordo Coletivo 2010/11 para efeito de vigência do plano.

Dignidade previdenciária - As anomalias na política previdenciária no Banco saltam aos olhos de tão notórias. É urgente o Banco apontar soluções principalmente para o plano BD da CAPEF, para que o funcionário tenha a plena condição de se aposentar ao completar o tempo de contribuição, e não ser obrigado a continuar no banco devido ao rebaixamento do benefício, incompatível com os vencimentos na ativa. Outro problema é a contribuição, que precisa ser reajustado para uma condição realmente favorável ao contribuinte;  os níveis atuais significam uma extorsão.
 
Reposição das perdas salariais – A defasagem salarial no BNB ultrapassa os 45%, comparando-se a inflação com o percentual de reposição nos últimos 15 anos, índice bem superior aos 12,8% reivindicados e aos 7,8% propostos pelo Governo. É urgente uma política de reposição desse prejuízo já a partir dessa campanha salarial.
 
Piso Salarial – O BNB tem sofrido com a perda de quadros, principalmente após a implantação do PCR vigente, que gerou o crescimento da evasão para a busca de melhores oportunidades. Uma mudança substancial dessa realidade passa pelo melhoramento do salário de inicial.  Assim, defendemos que o piso de ingresso no Banco seja o salário mínimo estipulado pelo DIEESE.
 
Fim do assédio moral e do trabalho gratuito – Não é nenhuma novidade tampouco fato de desconhecimento dos funcionários do BNB as corriqueiras práticas danosas de assédio moral e trabalho gratuito dentro do Banco. Absurdo, sim, é que tais práticas continuem a ocorrer cotidiana e ordinariamente com tanta clarividência e conhecimento da Administração do Banco, que já foi acionada incontáveis vezes pela AFBNB para apurar e solucionar as denúncias que chegam à Associação de tais práticas e pouco fizeram e fazem para coibi-las.
 
Fim das terceirizações abusivas e convocação dos concursados

Abono TOTAL dos dias de greve

PLR compatível com os lucros e resultados sociais – A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) foi uma reivindicação conquistada a duras penas pelos bancários. Consiste, nada mais nada menos, num reconhecimento ao trabalho desempenhado pelos funcionários, que são os responsáveis diretos pelos resultados sociais e econômicos das instituições financeiras. No BNB, esses resultados têm sido cada vez mais satisfatórios e recordistas. Contudo, a PLR não tem sido compatível com os lucros e resultados conquistados pelos trabalhadores do Banco do Nordeste nos últimos anos.
Fonte: AFBNB
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Última atualização: 21/10/2011 às 14:10:00
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