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Saiu na Imprensa |
06/06/2011 |
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Palocci paga por indefinição de Dilma |
Desde janeiro o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e o governador do Ceará, Cid Gomes, do mesmo partido, tentam fechar a negociação com o Palácio do Planalto para nomear uma pessoa ligada à legenda para o comando do Banco do Nordeste (BNB). O PT do Ceará resistiu e firmou-se na defesa do atual presidente, Roberto Smith. A negociação ficou tão arrastada que, com a demora, PT e PSB acabaram se unindo em torno da ideia de manter Smith no cargo.
A discussão em torno do BNB é usada pelos aliados como uma prova de como a presidente Dilma Rousseff, cinco meses depois de assumir o Planalto, tem se revelado sem jogo de cintura para negociar com a lista de 15 partidos aliados no Congresso. Eles reclamam da lentidão das decisões, o que depõe contra a fama de ‘gerentona’ que ela ganhou quando chefiava a Casa Civil no governo do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.
As queixas vão dos partidos maiores, como PMDB e PT, passam pelos médios, a exemplo do PSB, e chegam aos pequenos, entre eles o PSC. O tema de todos eles é quase um mantra. Quando são recebidos, contam: “Dilma ouve, ouve, anota e anota, mas não toma as providências pedidas”. Na descrição dos líderes, se ligam para Antonio Palocci, o atual chefe da Casa Civil não dá retorno. |
| Fonte: Agência Estado |
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| Última atualização: 06/06/2011 às 13:46:00 |
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