O presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith, já foi comunicado por Brasília que não vai permanecer no cargo. O bom desempenho não foi o bastante para convencer a presidente Dilma Rousseff a prorrogar por mais quatro anos a gestão do professor da UFC, iniciada há cerca de oito anos – no primeiro Governo Lula.
Quando Smith assumiu, o BNB praticamente havia deixado de aplicar recursos do FNE (a principal fonte de financiamento) desde 2002. Hoje, conforme revelam os balanços do Banco, o Fundo Constitucional já não é mais suficiente para dar conta da demanda pro crédito na região. Uma das tarefas do presidente passou a ser farejar outras fontes de recursos pelo mundo.
No microcrédito também está uma das virtudes da gestão. O programa Crediamigo – criado na gestão anterior, de Byron Queiroz, foi ampliado e gerou uma extensão de marca, o Agroamigo. Ademais, o Etene, escritório de pesquisa do Banco, foi ressuscitado e deu impulso a pesquisas e publicações. Sucessão: todo dia tem boatos. No máximo, rumores. Mas até ontem à noite só isso. |