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Notícias

  02/08/2005 

MPF entra com ação contra presidente do BEC

Negociações na mesa de operações do BEC são suspeitas de causar rombo de pelo menos R$ 5,33 milhões. O MPF quer apurar se isso foi incluído no preço mínimo do banco (R$ 542,721 milhões), cujo leilão será dia 15 de setembro.
 
O Ministério Público Federal ajuizou ação de improbidade administrativa contra o presidente do Banco do Estado do Ceará (BEC), Carlos Alberto Ribeiro da Silva, e outras seis pessoas que já ocuparam cargos na direção ou ainda são funcionários do BEC. A quebra do sigilo bancário e fiscal e a indisponibilidade dos bens dos implicados também foi solicitada à Justiça.
 
As pessoas citadas na ação, distribuída para a 6ª Vara da Justiça Federal, seriam responsáveis por transações da mesa de operações do BEC na ordem de R$ 180 milhões. Feita entre outubro de 2002 e abril de 2003, a negociação desses papéis está sob suspeita de irregularidades.
 
DENÚNCIAS - Segundo inspeção do Tribunal de Contas da União (TCU) citada pelo Ministério Público Federal (MPF) na ação, as operações com títulos públicos federais resultaram em prejuízos de, pelo menos, R$ 5,336 milhões para o BEC, já que os títulos teriam sido adquiridos por preços superiores aos de mercado divulgados pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima).
 
Além disso, também teria havido perda de liquidez por parte do BEC de R$ 119,917 milhões. Nas movimentações investigadas, o banco desfez-se de carteira de títulos com vencimentos de janeiro a dezembro de 2004 e de março de 2005 para adquirir títulos com vencimento entre maio e dezembro de 2006.
 
SILÊNCIO - A reportagem procurou ontem a assessoria de imprensa do BEC, mas foi informada que Carlos Alberto Ribeiro da Silva não pretende se pronunciar sobre a ação, no momento. Não foi divulgado quando ele vai falar a respeito. Dos outros seis réus, apenas o ex-chefe do Departamento Financeiro do BEC, Dionísio Nunes, foi localizado. Ele não quis dar entrevista e recomendou que a presidência do banco fosse procurada.
 
O ex-diretor financeiro do BEC, Fernando Hermida, que hoje mora em Salvador, não estava em casa. A pessoa que atendeu ao telefone não quis informar outro contato de Hermida e disse apenas que ele havia viajado.
 
Os outro quatro citados são: Alvarino Erven de Abreu (ainda diretor do banco), Lucivando Medeiros Ferreira de Souza (funcionário do BEC), Luciano Medeiros Bertini (ex-chefe da divisão responsável pela mesa de operações) e Ana Carolina Barbosa Paz (funcionária). Não há telefone fixo registrados em nome deles na Telemar.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste
 

Última atualização: 02/08/2005 às 09:27:00
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