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Notícias

  26/07/2005 

Direitos Sociais

Cerca de 38 categorias iniciam campanhas salariais por  melhores condições de trabalho

Bancários, metalúrgicos, químicos, correios, petroleiros, radialistas, trabalhadores e trabalhadoras rurais, comerciários, enfermeiros e jornalistas, filiados à CUT, iniciaram neste segundo semestre, suas campanhas salariais. Ao todo, 38 categorias, que representam cerca de 1,5 milhão de trabalhadores e trabalhadoras, com data-base a partir de agosto, apresentaram suas pautas para negociação.

Os bancários reivindicam reajuste de 11,77%, garantia de emprego e contratações, aumento na Participação de Lucros e Resultados (PLR), ampliação do horário de atendimento (criação de dois turnos) e 14º salário (nova conquista). Estes trabalhadores representam um contingente de 170 mil, que engloba o setor público e privado de São Paulo, Osasco e Região. Segundo o presidente da CNB (Confederação Nacional dos Bancários), Vagner Freitas, a luta é pelo aumento real de salário, maior participação da PLR, e uma política de geração de emprego. “Queremos uma política econômica sustentável, para podermos discutir aumento real”, concluiu Vagner.

Já os profissionais do ramo químico, que no estado são 171 mil, entre papeleiros, petroleiros, químicos e vidreiros, querem, além do aumento real de salário, Organização no Local de Trabalho (OLT), fim das horas extras, redução de jornada sem redução de salários, incorporação dos terceiros à ativa, inclusão de pessoas com deficiências físicas e eleição integral da CIPA (Comissão Interna de prevenção a Acidentes de Trabalho).

Recomposição salarial com aumento real, redução da jornada de trabalho sem redução de salários, fim das horas extras, manutenção e ampliação das cláusulas sociais também são algumas das reivindicações dos metalúrgicos, ligados à FEM (Federação Estadual dos Metalúrgicos).

De acordo com o secretário de Imprensa do Sindicato dos Trabalhadores de Correios de São Paulo, Vagner do Nascimento, a pauta de reivindicações foi definida tendo como eixo central a fixação do piso salarial de R$ 931,95, além de uma campanha contra a privatização.

A categoria irá se reunir no próximo dia 04 de agosto, para avaliação das propostas, “Estamos concentrados nas denúncias de corrupção dos Correios, se nossas exigências não forem atendidas, faremos greve”, afirmou.

O dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, Amilton Vieira, apresentou a pauta única da categoria, com quatro convenções coletivas, empresas de assessoria, jornais e revistas do interior e da capital, e rádio e TV. “Os jornalistas estão com o salário defasado ao custo de vida atual, que não atende as necessidades básicas e algumas necessárias como cultura, por exemplo. A expectativa é de recuperar esta perda”, finalizou.

Fonte: CUT

Última atualização: 26/07/2005 às 10:41:00
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