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Notícias

  27/06/2005 

AFBNB apela para que a voz das Assembléias seja ouvida

A AFBNB enviou aos sindicatos da base do BNB um documento contendo pontos levantados pelos funcionários que explicam o motivo da rejeição do PCR pelas Assembléias. O documento foi enviado no dia 20/6, com a finalidade de subsidiar os dirigentes sindicais, principalmente aqueles com assento na Comissão Nacional dos Funcionários do BNB que participam das negociações com o Banco.

Veja o documento abaixo:



No processo de apreciação do novo Plano de Cargos e Remuneração (PCR) do Banco do Nordeste do Brasil, os funcionários da Instituição, em sua maioria, rejeitaram a proposta apresentada. Os motivos foram expressos pelo funcionalismo tanto nas assembléias, ocorridas nos sindicatos, como nas reuniões realizadas nas unidades.

Neste período, a Associação dos Funcionários do BNB (AFBNB) reuniu as correspondências enviadas pelos funcionários, além das atas dos sindicatos, para fazer uma análise sobre os principais pontos do PCR que foram objeto de rejeição dos benebeanos.

Como forma de subsidiar os dirigentes sindicais – principalmente os que têm assento na Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/CNB-CUT) e, portanto, participam das negociações com o Banco – a AFBNB destaca as principais questões de conflito apontadas pelos funcionários.

- Rebaixamento do PCR a nível de mercado. Os funcionários reclamam que houve redução dos salários a nível de mercado, ocasionando um rebaixamento da curva salarial. Para eles, isto demonstra falta de compromisso em garantir à Instituição um referencial de diferenciação como banco responsável pela execução de políticas governamentais de desenvolvimento. Nesse sentido, foi defendido que o padrão salarial de uma empresa do caráter do Banco do Nordeste deve ser diferenciado positivamente em relação ao dos bancos comerciais privados, dentre vários aspectos, pelos seguintes motivos: a) o BNB possui recursos estáveis, o que proporciona uma maior estabilidade em relação aos bancos comerciais; b) o forte da atuação do BNB ainda é e deverá ser a área de desenvolvimento, que significa observância a normas e procedimentos de caráter especializado; c) os rendimentos dos bancários da rede privada são incrementados por um sistema de remuneração variável decorrente da atuação agressiva na área comercial, o que nem cabe no tipo de atuação do BNB; d) é tradição, no BNB, um Plano de Cargos digno de um banco de desenvolvimento; e) as atividades próprias de banco de desenvolvimento implicam em funcionários especializados, motivados e comprometidos com a causa nordestina; f) valorização dos quadros técnicos.

- Redução da Remuneração Base. Os funcionários não aceitam o desmembramento da remuneração base em outras rubricas. Ou seja, a remuneração base deverá permanecer inalterada (agregando-se novamente, ao seu valor, a gratificação mensal). Muitos manifestaram a importância de se valorizar a remuneração base no novo PCR (e não privilegiar as funções comissionadas em detrimento da remuneração base dos funcionários).

- Vinculação do pagamento do Passivo à aprovação do PCR. Uma grande parcela do funcionalismo discordou com o fato de o Banco ter vinculado o pagamento do Passivo Trabalhista das Promoções à aprovação do PCR. Uma das principais reivindicações continua sendo o pagamento do Passivo a todos os funcionários, considerando o fato de que todos tiveram suas promoções subtraídas na gestão Byron Queiroz. O funcionalismo quer que o Banco reconheça este direito – já que poucos sindicatos ingressaram com ação na Justiça para reaver as promoções devidas.

- Falta de isonomia. Isonomia salarial comprometida ou ausente, já que os colegas beneficiados com as ações judiciais das Promoções terão um reajuste de cerca de 20% ao serem enquadrados no novo PCR, enquanto os outros terão de zero a 4%. O PCR deve primar por isonomia salarial, recuperar perdas passadas e evitar passivos trabalhistas num futuro próximo.

- Não divulgação do Plano de Funções em Comissão. Os funcionários criticam o fato de o BNB ainda não ter apresentado o Plano de Funções em Comissão. Eles reivindicam a sua divulgação para avaliar conjuntamente os dois planos (o de cargos e o de funções) antes de tomar uma decisão. É preciso uma avaliação mais detalhada dos critérios de ascensão.
 
- Restrição do ajuste de 4%. Uma parcela expressiva do corpo funcional – a exemplo dos novos funcionários e ex-trainees – reivindica o direito a um ajuste de 4%. Dessa forma, defende-se que o ajuste seja concedido a todos os funcionários que não têm ação judicial.

Última atualização: 27/06/2005 às 16:04:00
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