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Notícias

  15/06/2005 

PCR: Funcionários se manifestam sobre atuação da AFBNB

A AFBNB divulga novos comunicados enviados pelo funcionalismo sobre o seu posicionamento acerca do novo Plano de Cargos e Remuneração (PCR). Em breve, a Diretoria vai lançar uma nota fazendo um balanço das assembléias e apontando o rumo para a retomada da discussão do PCR a partir de agora. A seguir, disponibilizamos uma amostra dos comunicados:

“Fiquei feliz com o posicionamento desta associação, e espero que possa sensibilizar todo corpo funcional para mais este desmando dos que fazem a Direção desta empresa, que teima em sacrificar o seu bem mais precioso, o funcionalismo. Como podemos ‘vestir’ a camisa de quem teima em desrespeitar nosso direito mais sagrado, que é o de viver com dignidade? Abraços, e continue neste papel de defesa”.

“Sobre o manifesto dessa AFBNB, acho que se perdeu o momento representado por esse longo processo de discussões, entre representantes do Banco e de nossas classes representativas (sindicatos, AFBNB etc.). Se todas as questões não foram colocadas nessas reuniões, que culminaram com a elaboração desse famigerado PCR, o momento está passando (ou já passou?) por entre os dedos. É muito difícil retomar a discussão a partir de agora (...). A intenção é clara: dentro de uns 10 anos, os salários estarão achatados e não haverá mais funcionários de outras épocas, sequer para efeitos comparativos, caso haja uma reivindicação de isonomia entre os mais novos e os mais antigos”.

“Mais uma vez uso esse canal para parabenizar a diretoria da AFBNB pelas suas ações em prol dos sacrificados benebeanos. É lamentável depois de tanta luta, rezas e promessas a todos os santos e orixás para a expulsar o neoliberalismo da nossa empresa e parece que foi em vão. A luz no final do túnel era apenas uma miragem. Para os funcionários novatos talvez não seja tão cruel, apesar de não ser um bom incentivo para quem deverá assumir os rumos desta casa, mas para nós que agüentamos as agruras das administrações ‘ferdinandas’ e vislumbrávamos a reposição dos nossos direitos, sentimos o gosto amargo da desilusão e do descaso (...) Fico analisando: que tipo de incentivo, entusiasmo, empenho etc., poderemos ter para repassar para nossos colegas novatos?”

“Após dois longos anos de espera, o PCR é uma decepção. Foi frustrante observar o que levou tanto tempo para se fazer e não apresentar nada que pudéssemos pelo menos sonhar; mas o que despertou foi ‘o medo do futuro’, o medo de um ‘pesadelo’ que não pára nunca para todos nós. A insegurança continua”.

“Caros amigos, finalmente nossa associação inicia o resgate da combatividade, integridade e serenidade com que sempre se pautou na real defesa de seus associados. O posicionamento sobre o PCR foi perfeito e digno da grandeza de nosso passado recente que imaginávamos esquecido. Também sempre fui contrário ao PCR na forma apresentada (...). Parabéns, estou orgulhoso da AFBNB. À luta!”

“Concordo plenamente com a postura da AFBNB, a respeito das conseqüências que o funcionalismo poderá arcar, caso esse PCR seja aprovado. O meu voto é contra!”

“Colegas, vejam a esperteza dos cálculos (PCR) sobre meu salário: depois de tanto tempo e discussão, meu aumento será a bagatela de R$ 0,01. Vou fazer o quê com tanto aumento? Eles sabem que grande parte dos funcionários estará se aposentando dentro dos próximos dois anos, estes não mais farão carreira no BNB e por merecimento, poucos terão alguma coisa. Como diz Boris Casoy, ISTO É UMA VERGONHA!”

“Colegas, temos que reconhecer o posicionamento coerente a afinado da AFBNB, que nos últimos momentos vem caminhando passo a passo conosco (funcionários do BNB), discutindo e lutando por um PCR mais justo para a nossa categoria e  também pelo fortalecimento do nosso BNB e de nossa Região. Parabéns AFBNB!”

“Acho que a proposta do PCR, da forma como foi apresentada, não atende à expectativa dos funcionários e nos expõe a um futuro incerto, podendo quebrar a nossa tradicional unidade”.

“Gostaria de parabenizar a base do Estado da Bahia pelo ato de honra e coragem para recusar o PCR apresentado pelo banco, que trará efeitos nocivos no futuro para maioria dos funcionários. O que causa estranheza é o fato da AFBNB, que tem como missão defender os interesses dos funcionários, ter aceitado passivamente os enquadramentos que  reduzem os salários e comissões, provocando assim grande perda salarial para o funcionalismo”.

“O que está pegando mesmo no quadro de rejeição tem a ver com  ISONOMIA: nossos colegas beneficiados com as ações das promoções terão um reajuste de cerca de 25%,  enquanto os outros terão 4%.  É uma diferença muito grande no atual nível inflacionário. Nossa rejeição visa forçar a continuidade das negociações”.

“(...) por um acaso a AFBNB tem algum plano “B” para nos apresentar? Lembrem-se: essa questão vem desde o acordo coletivo de 2003/2004 e nesse ponto reinserido no último ano. Por quanto tempo mais teremos de passar até o próximo PCR? E quem garante que será melhor do que o apresentado? Ou ainda, o que vejo com mais preocupação: o banco cumpriu sua parte no acordo coletivo ao apresentar o plano, e nós o rejeitamos. Será que o banco tem obrigação de apresentar outro? Juridicamente, acredito que não. (...) O PCR, mesmo com as falhas que possa ter, ainda é melhor do que nada”.

“Sergipe está de parabéns. Também Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Vitória da Conquista, Cariri, etc, etc. Isto mostra que os funcionários ainda têm orgulho de trabalhar em um banco de desenvolvimento e não aceitam projetos de administração de pessoas copiados da iniciativa privada, onde a exploração da mão de obra é caracterizada pela precarização da carreira bancária, e beneficiando apenas a alta gestão, eivada de favoritismos e indicações políticas. Mais uma vez, parabéns a esta brava gente benebeana que não abdica de seus princípios e suas lutas histórias em troca de 30 moedas”.

“Podemos perceber pelas avaliações feita pela AFBNB que se trata de um PCR rebaixado a nível de mercado. Esse Plano pode estar sendo utilizado no BNB como cobaia, aumentando nosso compromisso com companheiros de outras instituições. Sabemos que o mesmo já foi tentado no BNDS e foi rejeitado. Quando uma instituição aceitar, as demais serão enfraquecidas. É bom que avaliemos  esta responsabilidade. Devemos também preservar o BNB, pois, funcionários desmotivados ficam improdutivos e a nossa motivação no âmbito econômico deve ser o nosso salário e não as funções comissionadas, que, se bem avaliarmos estão sendo utilizadas pelas empresas como veículo de cooptação. A consciência de que salário baixo torna frágil tanto o funcionário quanto a empresa que deixa de contar com a força da motivação. Uma reflexão importante também é que uma empresa enxuta, com  baixos salários, se torna alvo de privatização. Querendo um BNB forte,  devemos dizer não a esse PCR. Podemos observar também que o BNB não apresentou plano de funções. E que a simulação só foi apresentada no último dia por pressão dos sindicatos”.

Última atualização: 15/06/2005 às 16:50:00
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