A AFBNB tem recebido vários comunicados dos funcionários sobre o seu posicionamento contrário acerca da aprovação do novo Plano de Cargos e Remuneração (PCR). Através dos e-mails recebidos nos últimos dias, constatou-se que a solidariedade à postura da Associação se deu em maior número que as críticas. A seguir, disponibilizamos uma mostra dos comunicados:
“Parabéns a todos os dirigentes da nossa AFBNB pelo trabalho desenvolvido em prol da classe benebeana. A espera é angustiante, as nossas finanças exauridas, porém acredito que já podemos vislumbrar luz no final do túnel”.
“É isso aí, querida Associação. Sou associada desde a sua criação e não me arrependo, pois muita coisa já ganhamos por causa da sua luta. Fico triste em saber que temos colegas que só pensam em si próprios, esquecendo do coletivo. Somos todos funcionários da mesma Instituição e não é justo que só uma minoria seja beneficiada. Confio na seriedade de vocês e peço-lhes que não desistam, pois somente através dessa AFBNB ainda tenho a esperança de o Banco fazer justiça”.
“Quero parabenizar o esforço de vocês pelo empenho demonstrado ao longo desta administração. Gostaria de manifestar meu desejo de ver acordo do PCR aprovado o mais rápido possível”.
“Colegas dirigentes, é hora da AFBNB defender os interesses dos funcionários. Não vejo a menor vantagem para nós funcionários e sim, para o Banco. Vamos a luta dizendo não a esse PCR”.
“Estamos engajados nesta campanha maravilhosa, ainda que tardia, por ter os sabidos revelados o plano mefistofélico na última hora e lançado muita expectativa ilusionista na criação da bomba. A grande maioria dos colegas ficou estupefata com a revelação do engodo. Vamos ao não nas assembléias!”
“Nos fazemos solidários inteiramente com o teor deste manifesto!”
“Companheiros e Companheiras, reflitam sobre o assunto. A AFBNB tem cacife para realizar/fazer os apontamentos necessários os quais sempre impactam numa boa negociação. Isto, embasado na história da Instituição, a qual sempre lutou por nossos direitos, principalmente no momento atual, por meio dessa Diretoria altamente compromissada e também preocupada com o destino do Banco do Nordeste, tendo o reconhecimento do próprio Banco. Parabéns à nossa AFBNB”.
“Colegas diretores da Afbnb, como participante da comissão que discutiu em novembro/2004, a proposta de PCR formatada pelas oficinas de modelagem, gostaria de manifestar minha concordância com as posições apresentadas pela AFBNB e parabenizá-la por sua posição perseverante em defesa dos interesses dos funcionários e como conseqüência do próprio Banco do Nordeste”.
“É, colegas. Tantas reuniões, encontros, discussões para no final o Banco dizer simplesmente: o plano é esse e acabou. (...) É uma disparidade grande de um colega pro outro. Eu e um grupo de colegas tivemos 84 reais de aumento (que não significa nada no final), enquanto outros tiveram 1.500 reais. Essa memória de cálculo devia ser posta a luz do conhecimento de todos. É um descontentamento geral o resultado de tudo isso. Quem ganhou um percentual maior é lógico que gostou e não questiona se está errado ou não. E quem não concordar com tudo isso?”
“A Comissão Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste esteve reunida no último dia 25, em Recife, quando por seis votos contra um foi aprovado deliberar pela orientação de acordo com a direção do BNB, para implantação do (PCR), do Plano de Funções (PF) e Passivo Trabalhista das Promoções. Entendo que se a grande maioria deliberou por essa decisão, essa Associação, que é uma das entidades integrantes dessa Comissão, nos deixam confusos a que votemos favoravelmente a um fechamento do acordo, consoante as últimas propostas do Banco, e isso está bem claro no Nossa Voz, abaixo, intitulado: Decisão de hoje afetará todo o corpo funcional no futuro. Pessoalmente sou favorável, não pelo fato de vislumbrar algum benefício em particular, mas por achar que houve avanços por parte do Banco e pelo que sei, em não havendo um fechamento dessas questões até agosto, tudo vai ter que começar da estaca zero. Se isso acontecer vai ser muito desgastante, principalmente, para nós funcionários. Esse é o meu ponto de vista”. |