Depois de quatro negociações sem nenhuma tentativa de acordo por parte de Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), os banqueiros se comprometeram a apresentar a proposta de reajuste amanhã ao Comando Nacional. Para forçar os bancos a trataram a negociação com responsabilidade, a categoria faz mais um Dia Nacional de Luta hoje.
As reivindicações, como o fim das metas, do assédio moral, a necessidade de mais contratações, garantias de emprego, reversão das terceirizações e mais segurança, já foram apresentadas. A Fenaban analisou as cláusulas e se opôs a tratar sobre os temas.
Ainda na pauta questões, reajuste de 11%, PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 4 mil e piso salarial no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 2.157,88).
O que trabalhadores não entendem é o descaso com as demandas, já que o setor é o mais lucrativo do Brasil. A farra dos bancos é tão boa que em apenas seis meses, as empresas lucraram R$ 24,7 bilhões. |