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  29/06/2010 

A estratégia de desenvolvimento do BNB

Texto 2

Em uma instituição como o Banco do Nordeste do Brasil o conceito de desenvolvimento deve permear a sua estrutura organizacional, as suas estratégias de captação e aplicação de recursos e, sobretudo da sua política de Recursos Humanos. Assim, a concepção e o caráter de desenvolvimento devem perpassar todas as atribuições institucionais e peculiares dos cargos e das funções desempenhados pelos funcionários. Esses são elementos que devem nortear todas as atividades do Banco, pois seus funcionários são acima de tudo trabalhadores de uma instituição de desenvolvimento.

Esse entendimento constitui um dos motivos para que a AFBNB defenda um plano de cargos e remuneração compatível com um banco de desenvolvimento, piso salarial semelhante ao do BNDES e negociação salarial em mesa específica dos bancos públicos. Assim, é necessário considerar algumas especificidades como internalizar a valorização da competência e a qualificação dos funcionários enquanto responsáveis pelo cumprimento da missão de desenvolvimento.

Entretanto, até que se consiga alcançar esse objetivo, é necessário intervir na discussão do modelo atual e buscar contribuir para a sua melhoria. Considerando a realidade no banco, em especial, nas agências, o que temos é, para não dizermos a ausência de uma estratégia de desenvolvimento, algo que não se consubstancia como uma estratégia integrada, mas ações fragmentadas que não conseguem manter como foco principal o desenvolvimento. No programa de ação, por exemplo, observa-se a pouca internalização ou desconhecimento de tal estratégia pela maioria dos trabalhadores do banco; É uma estratégia que parece focar todo o caráter desenvolvimentista do Banco em poucas funções e que ao mesmo tempo não há definição do que se pretende obter com elas, nem se consegue visualizar os mecanismos para o envolvimento de todos em seus processos.

Ao longo dos anos a AFBNB tem defendido que é fundamental ao Banco do Nordeste ter uma estratégia discutida e formulada em articulação com a sociedade. Essa visão contempla a organização de produtores/empresas e movimento sociais, com respaldo em uma política voltada para a região e referendada por um planejamento democrático que vise ao cumprimento de sua missão institucional. Esse processo deve se dar no âmbito da SUDENE/Ministérios e Governos Estaduais, e com forte atuação do Banco, por meio do ETENE e da Área de Políticas de Desenvolvimento, além da definição da forma de gerenciamento estratégico de sua gestão.

Essa estratégia deve permear todas as funções e precisa ter o apoio e ações concretas em nível de Diretorias, das Superintendências, dos Gestores em geral, e traduzir-se em qualificação do corpo técnicos, técnicos de campo e das CENOPs, de consultores, dos agentes de desenvolvimento e dos demais segmentos de funcionários do banco.

Esse contexto remete a abordagem para uma questão bem atual e muito discutida no banco já há algum tempo, que é a reformulação do plano de funções. Um exemplo clássico é o caso da função de agente de desenvolvimento, a qual foi constituída em 1996 com a finalidade de ampliar e dar mais visibilidade às ações desenvolvimentistas do Banco, cujo titular é o responsável por ações diretas e integradas na região. De uma atribuição nobre, os agentes permaneceram um período abandonados à própria sorte e passaram a desempenhar diversas atividades uma agência, menos ações integradas de desenvolvimento.

A função passou por uma ameaça de mudança de nomenclatura para Gerente de Negócios Territoriais, o que mudaria toda a essência do trabalho, e agora se encontra em reformulação. O efetivo desse segmento foi drasticamente reduzido para cerca de 50% do quantitativo inicial, com exigência de outro perfil a partir das novas atribuições propostas.

A AFBNB tem abordado o tema estratégia de desenvolvimento do Banco em diversos documentos. Listamos abaixo alguns deles. Apesar do lapso temporal, a leitura é atual e questionadora; vale a pena ler:

- Em agosto de 2009, a AFBNB dedicou uma edição do jornal “Nossa Voz” ao assunto - “O indispensável papel do Agente de Desenvolvimento” - no qual resgata o início do Programa e as mudanças passadas. Clique aqui para ler o jornal na íntegra.

- Em agosto de 2008, outra Nossa Voz trouxe como matéria principal “Você conhece a estratégia de gestão do BNB?”, no qual questiona a forma como é divulgado o Programa Estratégico do Banco. O jornal pode ser lido clicando aqui
Fonte: AFBNB
Última atualização: 29/06/2010 às 09:14:00
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