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Saiu na Imprensa

  20/05/2010 

BC: expansão de 10% no 1º tri

Somente no primeiro trimestre deste ano o crescimento da economia brasileira foi de 9,85% em relação a igual período de 2009, de acordo com o IBC-BR (Índice de Atividade do BC), criado recentemente para antecipar o desempenho econômico do País. Apesar da elevação da previsão do BC, o Ministério da Fazenda preferiu a cautela ao comentar o reaquecimento da economia no início do ano.

O secretário de Política Econômica da pasta, Nelson Barbosa, manteve a previsão de crescimento entre 7,5% e 8,5% para a economia no trimestre. Barbosa comentou que fortes acelerações são normais em períodos pós-crise. Para o restante do ano, a expectativa é de que haja um arrefecimento no ritmo de crescimento. O ministério projeta expansão entre 4,5% e 5,5% para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2010. Pelos cálculos do BC, após a retração de 0,2% registrada em 2009, a economia cresceu 3% nos 12 meses encerrados em março deste ano em relação à média do período imediatamente anterior.

O mesmo indicador mostra que o crescimento sobre o quarto trimestre do ano passado foi de 2,4%. Os números oficiais do PIB (soma dos bens e serviços produzidos em um determinado período) serão divulgados pelo IBGE no início de junho. Se os dados ficarem próximos dos cálculos do BC, confirmam que a economia já está em forte ritmo de recuperação.

De acordo com o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Vasconcelos, o IBC-BR é um indicador que apresenta resultados muito próximos dos verificados pelo IBGE, embora não represente uma projeção do PIB. O diretor avaliou o número do começo do ano como "bastante positivo", mas afirmou que a instituição não irá mudar ainda suas previsões para 2010. As estimativas do mercado financeiro, dos bancos e do governo para o PIB deste ano ficam entre 6% e 7%. As projeções mais elevadas do mercado, segundo Barbosa, ainda não levam em conta os efeitos do corte de R$ 10 bilhões nos gastos públicos, anunciado na semana passada pelo governo Lula.

Vasconcelos ressaltou que a medida será suficiente para manter o crescimento do País em níveis sustentáveis.

"O mercado ainda não absorveu o corte anunciado. Ainda vai levar um tempo. O corte é adequado para a capacidade fiscal do país", afirmou, depois de participar do 22º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro.

Fonte: Diário do Nordeste
Última atualização: 20/05/2010 às 10:19:00
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