Hoje (13/05), completa 122 anos que a princesa Isabel Cristina Leopoldina de Bragança assinou a Lei Áurea, que dava liberdade total aos negros, abolindo a escravidão no Brasil.
No entanto, ainda hoje, mesmo sem escravidão ainda existe preconceito, inclusive nos setor bancário. De acordo com Mapa da Diversidade divulgado ano passado pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), a discriminação ainda é forte no país, sendo que a grande maioria é composta por brancos (77,4%) e apenas 17% de negros.
As distinções relacionadas com a remuneração e ascensão profissional também são expressivas. Em média, os bancários negros ganham 84,1% do salário dos brancos, 81,7% da categoria que está nos cargos de gerência são de brancos, enquanto apenas 14,9% é de bancários negros. Nos cargos de diretoria e superintendência a diferença é ainda maior: 91,6% de brancos e apenas 4,8% de negros. |