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19/04/2010 |
Feriado de Tiradentes deve atrasar votação de reajuste dos aposentados |
O feriado de Tiradentes, na quarta-feira (21), vai atrasar em mais uma semana a votação do reajuste dos aposentados. O plenário deve decidir sobre o assunto apenas no dia 27.
O impasse continua. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccareza (PT-SP), disse que vai manter os 7% de reajuste, mesmo com a base governista no Senado ameaçando alterar esse índice para 7,7%. “Se aprovarem mais que 7,7%, o presidente Lula não tem outra opção a não ser vetar”, disse.
A proposta inicial do governo era a que está no texto da medida provisória: 6,14%, podendo chegar a 7%. Mas, em negociação com senadores, as centrais sindicais acham que esse número pode chegar a 7,7% - 80% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Em audiência pública na Câmara na quarta-feira (14), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu o veto, caso o reajuste seja superior a 6,14%. Ele alega que o índice já garante o ganho real aos aposentados que ganham acima de um salário mínimo.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse, depois de reunião com Mantega, o ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e o do Planejamento, Paulo Bernardo, que o governo já chegou ao limite em termos de reajuste das aposentadorias.O feriado de Tiradentes, na quarta-feira (21), vai atrasar em mais uma semana a votação do reajuste dos aposentados. O plenário deve decidir sobre o assunto apenas no dia 27.
O impasse continua. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccareza (PT-SP), disse que vai manter os 7% de reajuste, mesmo com a base governista no Senado ameaçando alterar esse índice para 7,7%. “Se aprovarem mais que 7,7%, o presidente Lula não tem outra opção a não ser vetar”, disse.
A proposta inicial do governo era a que está no texto da medida provisória: 6,14%, podendo chegar a 7%. Mas, em negociação com senadores, as centrais sindicais acham que esse número pode chegar a 7,7% - 80% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Em audiência pública na Câmara na quarta-feira (14), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu o veto, caso o reajuste seja superior a 6,14%. Ele alega que o índice já garante o ganho real aos aposentados que ganham acima de um salário mínimo.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse, depois de reunião com Mantega, o ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e o do Planejamento, Paulo Bernardo, que o governo já chegou ao limite em termos de reajuste das aposentadorias.
O impasse continua. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccareza (PT-SP), disse que vai manter os 7% de reajuste, mesmo com a base governista no Senado ameaçando alterar esse índice para 7,7%. “Se aprovarem mais que 7,7%, o presidente Lula não tem outra opção a não ser vetar”, disse.
A proposta inicial do governo era a que está no texto da medida provisória: 6,14%, podendo chegar a 7%. Mas, em negociação com senadores, as centrais sindicais acham que esse número pode chegar a 7,7% - 80% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Em audiência pública na Câmara na quarta-feira (14), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu o veto, caso o reajuste seja superior a 6,14%. Ele alega que o índice já garante o ganho real aos aposentados que ganham acima de um salário mínimo.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse, depois de reunião com Mantega, o ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e o do Planejamento, Paulo Bernardo, que o governo já chegou ao limite em termos de reajuste das aposentadorias. |
| Fonte: Agência Brasil |
| Última atualização: 19/04/2010 às 09:19:00 |
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