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Notícias

  14/03/2004 

Resultado na última rodada de negociação com o Banco

 

INFORME DA COMISSÃO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BNB

Resultado da rodada de negociação com o Banco realizada no dia 12/3

Não houve avanços na rodada de negociação realizada na última sexta-feira, dia 12/3. Durante o Dia Nacional de Protestos no BNB, enquanto o Estado da Bahia deu exemplo de mobilização - quatro agências atrasaram suas atividades em uma hora - no Ceará, as entidades do funcionalismo tentavam avançar nas negociações. No entanto, a direção do BNB insistiu em sua postura de ganhar tempo e manter tudo como está.

Decepcionados com mais uma tarde de conversas sem resultados concretos e sem respostas para a maioria das reivindicações, os dirigentes sindicais decidiram concentrar forças na mobilização: é chegada a hora de pressionar o Banco para que possamos avançar nas negociações.

A orientação da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB é clara: os Sindicatos devem realizar atividades de mobilização em todas as unidades do BNB até o final deste mês. Também deverão ser colhidas as sugestões e demandas do funcionalismo, que deverão ser enviadas à Comissão Nacional até o início de abril.

Duas datas já foram definidas como futuros dias de mobilização no BNB: 7 e 14 de abril. A próxima rodada de negociação ficou marcada para o dia 16/4.

Confira abaixo, ponto-a-ponto, o que foi tratado com o Banco na última sexta-feira:

  • Isonomia para funcionários admitidos após 1988: As entidades voltaram a cobrar isonomia de tratamento e de direitos entre todos funcionários. No entanto, os representantes do BNB informaram que não há como resolver a questão, tendo em vista que o tratamento diferenciado é fruto de um decreto presidencial. Ainda assim, o Banco comprometeu-se a informar-se sobre como Banco do Brasil e Caixa Econômica tratam a questão para, em seguida, volte a discutir o tema.
  • Licença-prêmio: A direção do BNB não se mostrou interessada em discutir o assunto. As entidades garantem que vão contuinuar pressionando pela restauração do direito, assegurando igualdade de tratamento entre os funcionários das instituições financeiras públicas. Quanto ao passivo dessas licenças, o Banco afirma que só irá discutir o assunto com aqueles sindicatos que entraram com ação na Justiça e ganharam (em muitos casos, as ações ainda estão em curso).
  • Acordo da Capef: O Banco informou que o prazo para adesão foi estendido até o final do mês de abril. A Comissão Nacional orienta pela aceitação do acordo, pois foi uma proposta construída conjuntamente com o Banco, a Capef e as entifadades do funcionalismo.
  • Empréstimo da CUT: Apesar da discordância das entidades e de mais uma tentativa de acordo, permanecem impossibilitados de obter o empréstimo aqueles funcionários que tenham restrições funcionais ou que tenham nome em cadastros como SERASA em virtude de dívidas bancárias. O Banco está liberando o empréstimo somente para aqueles que estejam isentos de restrições ou cujas restrições sejam oriundas de dívidas no comércio. O Banco alega que não pode ir de encontro a regras determinadas pelo Banco Central. A Comissão Nacaional decidiu conversar com a CUT Nacional, a fim de que a entidade pressione o Governo para rever os critérios.
  • Empréstimo da Capef: As entidades voltaram a pedir redução dos encargos cobrados do funcionalismo. No entanto, o Banco alegou que não tem autonomia para resolver o assunto. Ficou apenas compromisso de intermediar uma negociação entre entidades e direção da Capef.
  • Novo PCS: Sobre a proposta de novo Plano de Cargos e Salários (PCS), o Banco ainda não emitiu posição oficial, adiando novamente esta resposta. Desta vez, o prazo solicitado foi até o dia 25/3. Os funcionários vão poder ler a proposta de novo PCS na íntegra. Até o final desta semana, estará disponível no site da AFBNB uma sessão exclusiva para o PCS, através da qual poderá ser lida a proposta e enviadas sugestões e críticas.
  • Passivo trabalhista (anuênio, folgas e equiparação das comissões): O Banco afirmou não ter como fazer o levantamento completo do passivo trabalhista. A Instituição avisou que vai contratar um escritório especializado para fazer o trabalho.
  • Endividamento do funcionalismo: As entidades, preocupadas com o crescente endividamento dos funcionários, voltaram a cobrar uma saída para o problema. O Banco prometeu estudar como está sendo feita a composição da dívida dos funcionários do Banco do Brasil junto àquela instituição para, em seguida, apresentar uma proposta.
  • Contribuição para a Capef: Quem já contribuiu durante 360 meses para a Capef tem duas maneiras de pedir suspensão das contribuições. Uma é assinar a carta que está sendo enviada aos participantes. A outra é aderindo ao acordo proposto. Nele já está implícita a suspensão automática para quem completou os 360 meses.
  • PLR: O GT-PLR encaminhou ao Banco uma proposta de implementação da Participação nos Lucros e Resultados para o funcionalismo. Pela proposta, o benefício seria distribuído a partir de uma rentabilidade de 3% sobre o patrimônio líquido. O Banco reage, afirmando que só pode negociar a partir de 6%. Esta semana, a Instituição deverá encaminhar uma proposta ao DEST (Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais).

Por fim, foi confirmada audiência da AFBNB com o presidente do Banco. A Associação será recebida no dia 23/3. Na pauta, a volta do Coref; reestruturação das agências e o fortalecimento do Banco.

Última atualização: 14/03/2004 às 21:59:00
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