Após mais de um ano de intensas negociações, nas quais a CNFBNB/CNB-CUT procurou de todas as formas encontrar soluções para a implantação de um novo PCR e liquidação do Passivo Trabalhista das Promoções, a Direção do BNB – através de sua negociadora, a superintendente de Desenvolvimento Humano, Zilana Ribeiro – apresentou mais uma manobra para inviabilizar o andamento das negociações.
Na reunião do último dia 10/3, a superintendente trouxe à mesa um fato novo que revoltou os representantes dos funcionários: reduzir em 35% o percentual das promoções a serem incorporadas nos salários dos funcionários que têm ação judicial, quando do enquadramento salarial no novo Plano. Não bastasse a proposta indecente de pagar apenas 65% do atrasado, o Banco quer para o futuro arcar também com apenas 65% da incorporação das promoções. Isto significa que se alguém tem direito a duas promoções no plano antigo, no percentual de 25%, a incorporação seria apenas de 16,25%.
Está claro que esse tipo de atitude compromete a seriedade do processo negocial. Mesmo assim, a Comissão Nacional, numa demonstração de esforço para atender os anseios do funcionalismo, apresentou desde 2/2 uma contra-proposta ao Banco, que mais uma vez foi ignorada. Espera-se que na próxima rodada de negociação, marcada para às 14h do dia 30/3, no Passaré, o Banco responda às reivindicações pendentes do PCR e do Passivo.
Informativo - Na seção "documentos" do site da AFBNB, os funcionários poderão ter acesso ao boletim informativo produzido pela AFBNB em conjunto com a CNFBNB. Nele, poderão conferir como iniciou e em que fase se encontra o processo de negociação do PCR. Também foram disponibilizadas as tabelas de curva salarial e o calendário de mobilizações para pressionar o Banco a avançar nas negociações. |