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Notícias

  13/10/2009 

Promessa de revisão de PCR completa 1 ano com direito a bolo em praça pública

E para os trabalhadores do BNB? Nada! E a isonomia? Nada! E PCR? Nada! E assédio moral? Tem! E promessas? Tem!!! Essas palavras de ordem – numa espécie de parabéns às avessas – marcaram o ato simbólico de 1 ano da promessa da reformulação do PCR, “comemorado” na manhã de hoje por diretores da AFBNB, do Sindicato dos Bancários e trabalhadores do BNB que estão em greve, com a distribuição de bolo e refrigerante para a população que transitava em frente à agência Fortaleza Centro.

O diretor de ações institucionais da AFBNB, Alci Lacerda, destacou a legitimidade da greve e responsabilizou a administração do Banco pela demora na formalização do acordo, já que até o momento nenhuma proposta formal e concreta foi apresentada às entidades representativas. Ele conclamou a todos que participem das assembléias que devem ocorrer hoje e ratifiquem o posicionamento pró-greve, até que o Banco trate com seriedade as reivindicações postas. 

Dorisval de Lima, diretor de comunicação da AFBNB, elencou os motivos pelos quais os trabalhadores do BNB estão em greve, que vão bem além de índices e dos pontos gerais da categoria, mas que tratam da reparação de injustiças passadas, como os passivos trabalhistas, a busca pela isonomia de tratamento, plano de previdência, revisão de PCR e plano de funções, dentre outros. “Apesar das pressões, a greve no BNB continua estável por uma razão muito simples: os motivos que nos levaram a entrar em greve continuam os mesmos para continuarmos”, afirmou o diretor.

Bosco Mota e Telmo Nunes, diretores do Sindicato dos Bancários do Ceará, enfatizaram a importância do BNB em reconhecer os direitos de seus trabalhadores e destacaram que diante da força da greve algumas questões foram resolvidas no Banco do Brasil, sendo importante, portanto, que o BNB e a Caixa apresentem propostas concretas. Ambos destacaram também a importância da presença de todos nas assembléias.

Durante o ato, os dirigentes da Associação receberam denúncias feitas por trabalhadores lotados naquela agência de que o Banco estaria pagando hora extra aos caixas que não aderiram a greve. O pagamento de horas extras é legal, legítimo e justo. O que questionamos é: se antes os caixas já trabalhavam além de seu horário e não eram reconhecidos, por que justamente agora o Banco resolve pagar a quem não entrou em greve? Outra denúncia dá conta de que estaria havendo seleção no atendimento. Ora, se a agência abriu, não pode fazer distinção entre os clientes!

O Comando Nacional dos Bancários e a direção da Caixa Econômica Federal irão negociar hoje, às 15h. Até o momento, o BNB não sinalizou para uma nova reunião de negociação.

Não aceitaremos mais promessas! Queremos propostas já! Queremos negociação já! Se não houver proposta concreta, a AFBNB orienta a todos a continuarem em greve.

Fonte: AFBNB
Última atualização: 13/10/2009 às 15:00:00
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