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Notícias

  04/09/2009 

Reunião do Conselho de Representantes: confira o que aconteceu na manhã do primeiro dia

A 36ª Reunião do Conselho de Representantes (RCR) da AFBNB teve início na manhã de hoje, na cidade do Recife, com a presença de 112 representantes da AFBNB nas unidades do Banco do Nordeste de toda a região mais norte de Minas Gerais e Espírito Santo, além de convidados do poder executivo municipal, estadual e federal e lideranças locais.

Mesa de abertura

Inicialmente, foi composta a mesa de abertura do evento, que contou, além do presidente da Associação, José Frota de Medeiros, com o presidente do Sindicato dos Bancários de Pernambuco (SEEB-PE), Marlos José Guedes; com o presidente da Associação dos Aposentados do BNB (AABNB), Miguel Nóbrega; com o ouvidor da Camed, Marcelo Luz; com a presidente do Centro Josué de Castro, Teresa Sales; com a membro do Conselho Administrativo do BNB e ouvidora da Capef, Zilana Ribeiro; com o presidente do Instituto Nordeste Cidadania, Cloves Polte; com o Superintendente do BNB em  Pernambuco, Sérgio Maia; com o Secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Recife, José Antônio Bertotti Júnior; com o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Alberto Galvão; e com o diretor de Planejamento da Sudene, Guilherme Maia.

Em suma, os componentes da mesa inaugural exaltaram a importância do tema da Reunião, ressaltando a luta da AFBNB, ao longo dos anos, pelo fortalecimento do Banco do Nordeste e, consequentemente, da região.

1º Painel


O 1º Painel, cuja temática “Transformar o Nordeste: Realidade ou Utopia” norteou as palestras, ficou a cargo do diretor de Planejamento da Sudene, Guilherme Maia, e de Atenágoras Duarte, membro do Conselho Técnico da AFBNB e Analista de Projeto da CENOP/Recife, e sob mediação do presidente Medeiros.

Para Maia, o Nordeste deve crescer e desenvolver-se, mas não necessariamente deve seguir o modelo sulista de desenvolvimento. “Há múltiplas possibilidades de construir esse futuro”, sentencia.

Ainda de acordo com o diretor da Sudene, a valorização da cultura da região é carro-chefe para esse novo modelo de desenvolvimento. Segundo ele, a cultura nordestina, encarada do ponto de vista antropológico como conjunto de valores, deve ser imiscuída dentro do processo produtivo. “As pessoas, quando se apropriam do seu espaço, são capazes de transformar”, conclui Maia.

Já Duarte fez uma explanação mais técnica sobre a desigualdade do Nordeste em relação às outras regiões, apresentando gráficos que endossaram sua palestra. Segundo o conselheiro, o Nordeste chegou a ter um PIB per capita maior que o do Sul até os anos 1930, mas seu crescimento jamais esteve vinculado a uma igual distribuição de renda.

Para o analista da CENOP, isso ocorreu porque é “funcional” ao sistema capitalista modernizar e, simultaneamente, agravar as desigualdades sociais. Portanto, de acordo com Duarte, “há que se romper a lógica desse sistema já constituído”.
Fonte: AFBNB
Última atualização: 04/09/2009 às 15:21:00
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