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Notícias

  26/08/2009 

AFBNB visita agências de Pernambuco

A AFBNB tem com uma de suas políticas institucionais visitas a agências do BNB por todo o Nordeste no intuito de estar sempre próxima dos funcionários, bem como ser um canal de intermediação entre as reivindicações do funcionalismo e o Banco. Nas últimas semanas, a Associação, representada pelo seu diretor Alberto Ubirajara, esteve visitando agências de Pernambuco.

Como de praxe nessas visitas, a AFBNB ouviu inúmeras reivindicações, a começar pela isonomia: funcionários novos exigiam isonomia de tratamento, pois em muitos benefícios como material escolar, anuência, entre outros, a diferença de procedimento entre novos e antigos funcionários é notória. Alguns gerentes reclamaram sobre a carência de mão de obra nas agências, haja vista que, nos casos de funcionários transferidos para a Central de Retaguarda, não estaria havendo reposição.

De modo preocupante, a AFBNB constatou mais uma vez inúmeros casos de funcionários trabalhando além do horário, sem o recebimento das horas extras, o que configura trabalho gratuito, além de exploração do trabalhador. Esse é um quadro alarmante que a direção do Banco do Nordeste precisa tomar uma posição firme e eficiente no sentido de erradicá-lo. 

Os técnicos de campo queixaram-se contra a cota-limite de e-mails imposto pelo Banco. Ainda com relação aos técnicos, houve reclamação sobre o valor da quilometragem, posto que há diferença entre esses valores de um para o outro.  Outra função que se mostrou desgostosa com a política do Banco foi a de agentes de desenvolvimento, já que não há uma determinação definida, “sempre havendo modificações para pior”, segundo eles.

Devido à sua proximidade, perguntas sobre a Campanha Salarial 2009/2010 não podiam faltar. Segundo Ubirajara, os funcionários estão apreensivos com a Campanha, pois no ano passado a direção do Banco garantiu cumprir os acordos e, depois, voltou atrás, por exemplo, quanto ao pagamento integral do adicional de PLR. A grande maioria dos funcionários acredita também que o índice de 10%, proposto pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), é bastante rebaixado.

Outra das reclamações dos funcionários não é novidade: a diferença que a direção do Banco faz entre os funcionários que trabalham na direção geral e os funcionários das agências, principalmente no que se refere às comissões. Já em relação aos passivos trabalhistas, os trabalhadores do BNB reivindicam que o Banco apresente propostas concretas e que possam haver negociações sem grandes perdas para o funcionalismo. 

No que diz respeito ao PCR, PFC e plano de previdência, o não cumprimento das datas agendadas e a procrastinação contínua dessas datas foram as maiores pendências. De acordo com Ubirajara, no caso do plano de previdência, há, inclusive, funcionários novos com Previ, que é o plano de previdência do Banco do Brasil (BB).

Numa avaliação geral das visitas, o diretor Alberto Ubirajara resumiu em uma palavra o sentimento dos funcionários em relação à direção do Banco: “frustração”. Para ele, o funcionalismo ainda aguarda ansiosamente que muita coisa mude para melhor no Banco do Nordeste.

 

Fonte: AFBNB
Última atualização: 26/08/2009 às 15:27:00
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