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Notícias

  17/07/2009 

"Pequeno": Nordeste vai receber R$ 10 bilhões do FNE este ano

A meta de aplicação dos recursos vindos do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE), administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), para este ano, é de R$ 10 bilhões. Segundo o presidente do BNB, Roberto Smith, o fundo ficou pequeno para a região Nordeste. O presidente afirma que “esse é um panorama diferente diante da situação em que recebeu o banco”.

Dados apresentados durante o Fórum BNB de desenvolvimento, realizado ontem, 16, e hoje, 17, mostram que a inadimplência dos projetos ofertados pelo banco em dezembro de 2002 chegava a 46,5%. Em abril desse ano, o índice caiu para 4,1%.

Ainda segundo Roberto Smith, o que falta aos programas de financiamento do banco é um refinamento das informações numéricas de movimentação orçamentária, para permitir que uma análise externa possa ter acesso aos números sem ferir o sigilo bancário. “Estou abrindo esses dados agora. Antes isso não era conhecido”, afirma o presidente.

O principal produto do BNB, o Crediamigo, tem em torno de 450 mil clientes. A capilaridade do programa tem sido garantida por meio da inauguração de postos de atendimento em comunidades de baixa renda inclusive no Rio de Janeiro, como Rocinha, Complexo do Alemão e, recentemente, no Complexo da Maré.
Metade destes clientes, são beneficiados pelo Bolsa Família. O fórum discute a confluência dos resultados de ambos.

Bolsa Família
Em 2008, R$ 250 milhões foram investidos na gestão do programa Bolsa Família. Os recursos são destinados à compra de equipamento, treinamento, capacitação, material de consumo, carro para acompanhamento em áreas remotas e ações de qualificação das famílias, é o que declara a diretora de gestão do programa, Camile Mesquita.

Para se beneficiar dos recursos, que são enviados à prefeitura do município, é preciso ser avaliado por um mecanismo chamado Índice de Gestão Descentralizada (IGD). O índice vai de zero a um e se compõe a partir de quatro indicadores: qualidade da informação no cadastro único, atualização dos cadastros, informação do acompanhamento da frequência escolar e acompanhamento da agenda de saúde.

O município precisa atingir, no mínimo, 0,55 para receber os recursos e eles devem ser utilizados exclusivamente na gerência do programa . “É uma inovação em termos de políticas públicas. E não queremos esperar que uma nova geração seja formada para se ver algum impacto”, diz Camile.

Famílias beneficiárias: 11,4 milhões
Estimativa de famílias pobres: 12.9 milhões
Municípios: 5.564
Orçamento Anual: R$ 12 bilhões
Impacto Fiscal: 0,4% PIB
Custo operacional: 5%
Até outubro: 800 mil novas famílias serão assistidas.
3,4 milhões de famílias tem acima de 2 anos
Fonte: Jornal O Povo
Última atualização: 17/07/2009 às 10:24:00
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