Nos próximos dias 24 e 25 de abril, será realizado na cidade de Maceió (AL) o XV Congresso dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil. O encontro é de grande importância para todo o corpo funcional do BNB porque nele são discutidas e aprovadas as propostas que constarão da minuta específica dos trabalhadores do BNB, a ser negociada com o Banco para celebração do acordo coletivo 2009/2010 durante a campanha salarial deste ano. É também no Congresso que é definida a formação da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), fórum responsável pela interlocução junto ao Banco, das questões referentes ao acordo coletivo. “A AFBNB defende que a composição da CNFBNB contemple os diversos sindicatos e entidades que atuem no BNB, independente de sua vinculação a esta ou àquela central e identificação político-partidária de seus dirigentes”.
O Congresso é aberto a qualquer funcionário do BNB, independente de ser ou não delegado sindical. Os critérios para participação, portanto, não podem nem devem estar relacionados ao direcionamento político-partidário ou ideológico dos candidatos. Os critérios devem existir, sim, de forma transparente e democrática. A realização de assembléias e encontros estaduais, por exemplo, com ampla divulgação, realizadas por alguns sindicatos, são formas legítimas de definir os participantes.
No Sindicato do Ceará, por exemplo, seguindo o critério geral definido pela organização do evento, que é 1 delegado para cada 50 pessoas da base, o processo inicial é através de inscrição, iniciada no dia 30 de março e prosseguindo até 15 de abril. O que a AFBNB defende é que, extrapolado o número de delegados, a escolha seja feita de forma democrática, com ampla participação da base.
A AFBNB, enquanto entidade representantiva dos funcionários do BNB e integrante da CNFBNB, conclama a todos os funcionários do Banco – ativos e aposentados – que procurem o sindicato de sua base e se insiram nesse processo ativamente, seja candidatando-se para participar do encontro seja acompanhando a condução dos sindicatos que, ressaltamos, não pode ser outra senão transparente e democrática, digna de entidades que representam os trabalhadores.
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