Apesar do lucro recorde de R$ 421 milhões registrado ano passado, crescimento de 91% em relação a 2007, o Banco do Nordeste, até agora, não pagou a segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e nem mesmo assinou o Acordo Coletivo, que na Caixa e BB foi assinado em novembro. O BNB argumenta que depende do Departamento de Controle das Estatais (DEST), mas, pouco faz para agilizar a burocracia no setor.
O Sindicato dos Bancários da Bahia considera lamentável que, mais uma vez, o empregado do BNB seja prejudicado pelo pouco esforço do banco em solucionar as pendências, principalmente em relação à PLR, que o bancário sente no bolso.
Segundo cálculos do Departamento Socioeconômico do Sindicato dos Bancários da Bahia (SBBA), com base nas regras da Convenção Coletiva, o BNB deve dividir R$ 16 milhões entre 5.978 funcionários como PLR adicional, que também não tem data de pagamento confirmada.
Amanhã, a Comissão de Funcionários se reúne com a direção da empresa, na Superintendência do BNB em Recife (PE), dentro da mesa permanente de negociação, boa oportunidade para cobrar mais responsabilidade do banco. Antonio Galindo representa o Sindicato e a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe na reunião.
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