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Notícias

  24/10/2008 

Campanha Salarial no BNB faz história com greve vitoriosa

Greve é participar e não esperar;
Greve é união e não individualismo;
Greve é atitude e não parasitismo;
Enfim, greve é querer e poder, e não sonhar.

(Mário Ibsen Costa, funcionário do BNB lotado em Gararu/SE. Fonte: SEEB-SE)

A greve terminou no Banco do Nordeste e foi vitoriosa. Mas não sem muita mobilização, resistência e disposição de luta. Foram 16 dias de piquetes, debates com os colegas, assembléias e manifestações onde os trabalhadores do BNB demonstraram a sua organização e força, dando o recado explícito ao Banco e ao Governo de que estão dispostos a lutar pelos seus direitos e de que nada será como antes.

O aumento do piso inicial no BNB, a conquista de um reajuste isonômico e a garantia da regra básica de pagamento da PLR são avanços importantes, fruto da maior greve dos últimos tempos no BNB. Com a adesão massiva ao movimento, os trabalhadores demonstraram o seu grau de insatisfação. Enfrentaram todo tipo de pressão, ameaça e assédio moral e, muitas vezes, a incompreensão de uma parte da população. Mas resistiram e, com isso, foram os protagonistas da inauguração de uma nova Era no BNB, onde caíram por terra idéias equívocas de que a greve é ultrapassada ou não dá resultado. Reconheceram que a união de forças e o engajamento conjunto nas lutas é o melhor caminho para a conquista de seus direitos.

Nesse contexto, a AFBNB não se furtou de estar sempre à frente nas trincheiras, dando vazão às denúncias, produzindo documentos de estímulo à mobilização e registrando, dia a dia, o quadro da greve no Banco do Nordeste.

Mas a luta não termina agora. Há ainda outros direitos em discussão, que constituem bandeiras de luta da AFBNB: a isonomia de benefícios e direitos; o retorno da licença-prêmio; a negociação das perdas passadas do BNB; a revisão do Plano de Cargos e Remuneração (PCR); a implantação do novo Plano de Funções em Comissão (PFC); a transparência nos processos de concorrência, comissionamento e transferência no Banco; o fim do assédio moral e da extrapolação da jornada de trabalho; e a quitação do passivo trabalhista.

São muitas as lutas que permanecem. É preciso estar atento, bem informado, acompanhar as ações das entidades representativas e contribuir com as discussões e com as decisões. A mobilização continua e é permanente. É hora de fortalecer os sindicatos e as associações, cuja missão é dar voz às reivindicações do corpo funcional.

A AFBNB parabeniza todos os funcionários que compreenderam o espírito da greve, com engajamento, ação, solidariedade e esperança. A campanha salarial 2008 ficará na história – não pelo acordo ideal, que insistiremos em construir, mas pelo grau de envolvimento dos trabalhadores, que podem se considerar vitoriosos.

Nesse sentido, a AFBNB ratifica seu compromisso em estar sempre ao lado dos trabalhadores na mobilização e luta por seus direitos. E conclama as novas gerações do BNB a se filiarem à Associação e ao sindicato de sua base, a fim de dar continuidade e fortalecer o movimento pela valorização dos trabalhadores.

Fonte: Assessoria de Comunicação da AFBNB
Última atualização: 24/10/2008 às 18:20:00
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