A implantação do projeto de retaguarda e a campanha salarial ficaram entre as principais discussões abordadas no encontro do BNB, como disse Antônio Galindo, diretor do Sindicato. Para Waldenir Britto, diretor da Federação, debates como esses “unificam e democratizam a luta no BNB”. Com participação efetiva, os funcionários decidiram que o ponto eletrônico precisa ser aperfeiçoado para a garantia do horário de trabalho e que o plano de funções, prometido para 2009, precisa pagar duas horas-extras para os cargos com jornada de 8 horas diárias. Além da elevação do piso salarial para R$ 2.072,00, sugerido pelo Dieese como o valor ideal para o salário mínimo de uma família com quatro pessoas, eles ficaram contrários ao banco de horas e a definição do local do Congresso Nacional do BNB, marcado para Parnaíba, no Piauí. Os empregados defendem uma localização que facilite a maior participação possível do funcionalismo.
Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia |