Estreitar as relações com os funcionários é preocupação constante da Diretoria da AFBNB, que pauta suas ações em conformidade com as demandas e anseios dos associados. Nesse sentido, diretores da entidade realizaram mais uma reunião no Centro Administrativo do Passaré, desta vez no Ambiente de Políticas de Desenvolvimento, na tarde da última terça-feira, 3 de junho. Na ocasião, os diretores repassaram informes sobre a última rodada de negociação com o Banco, ocorrida no dia 29 de maio, e sobre a agenda institucional desenvolvida em Brasília. "Diante da atual conjuntura, destacamos a necessidade de uma intensa mobilização nos Estados, tendo em vista que a Reforma Tributária pode ser votada até o dia 15 de julho e há risco do BNB perder a condição de principal instrumento de aplicação de recursos na Região", explica o diretor de Ações Institucionais da AFBNB, Alci Lacerda. A discussão se deteve, também, no Banco de Horas previsto no ponto eletrônico a ser implantado. Em consonância com a posição de seu Conselho de Representantes, os diretores da AFBNB ratificaram a não aceitação deste dispositivo, por entenderem que a carga horária excedente deve ser preenchida através da criação de novos postos de trabalho e contratação de novos trabalhadores e não sobrecarregando os funcionários e utilizando paliativos como banco de horas e mesmo horas-extras. Alguns funcionários pediram um debate maior sobre esta questão. Outro ponto tratado na reunião foi o “inchaço” da Direção Geral. O Diretor Assis Araújo destacou que essa preocupação vem sendo colocada nas agências e no Passaré, em diversas ocasiões. Frisou que é necessário que haja tratamento isonômico em relação às agências, aonde a pressão por metas é rotineira. A solução é o estabelecimento de regras transparentes para a movimentação e contratação de pessoal, com o fim do trabalho gratuito e um plano de funções que de fato valorize e incentive a permanência dos funcionários nas agências. Além disso, cabe ao Banco suprir suas unidades de infraestrutura que lhes permitam operacionalizar suas atividades a contento, preocupação e reivindicação que a AFBNB já levou para mesa de negociação.
Fonte: Assessoria de Comunicação da AFBNB |