Pense em uma agência bancária. Qualquer uma. Certamente, uma das primeiras imagens que virão à nossa mente e formarão o conceito de agência é a do caixa-executivo. Lá estará ele, atrás do balcão, atendendo, tête-á-tête, os clientes. Ou seja, os caixas são a linha de frente de qualquer instituição bancária, e têm papel de notável relevância no processo de fidelização do cliente ao banco. São eles que, direta ou indiretamente, vão contribuir para a visão do cliente sobre a instituição.
Com base na alusão acima, a função deveria ser bastante valorizada, portanto. Infelizmente, não é isso o que ocorre no Banco do Nordeste. Ao contrário de outras instituições bancárias públicas, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a função de caixa no BNB é rebaixada e nivelada em patamares aquém da realidade bancária atual. A direção do BNB se apresenta, dessa forma, em total desacordo e desrespeito com a importância da função em pauta.
Para o diretor-administrativo da AFBNB, Assis Araújo, a última proposta apresentada pela direção do Banco no Plano de Funções é “indecente”. De acordo com ele, o caixa é um dos “cartões-postais” do Banco e, por esse motivo, precisa ser muito bem remunerado, ao menos a nível de mercado, como apregoa o próprio Banco.
A AFBNB se indigna com a depreciação da função de caixa no Banco do Nordeste. A entidade entende que esses funcionários deveriam ser tratados com o devido reconhecimento.
Fonte: Assessoria de Comunicação da AFBNB |