Nesta quinta-feira, 1º de Maio, trabalhadores de todo o mundo estarão às ruas comemorando o Dia Internacional do Trabalho. Data em que é importante refletir sobre os desafios às lutas dos trabalhadores, avanços e retrocessos nas últimas décadas, qualidade de vida e condições de trabalho, dentre outros pontos.
O 1º de Maio deve ser um dia especial para reivindicar. Embora a humanidade, nos últimos 150 anos, tenha conseguido avanços relevantes, os trabalhadores sabem que ainda há muito o que conquistar. No bojo dessa questão, a atual falta de regulamentação nos mercados mundiais contribui – e muito – para a exploração da força produtiva de bilhões de trabalhadores em todo o globo.
O atual modelo neoliberal carrega, implicitamente, conseqüências deletérias para os trabalhadores, segmento que mais sofre com as atrocidades do capitalismo. Altas taxas de desemprego, perversa exploração patronal e abissal concentração de renda são alguns dos efeitos que produzem, em seu âmago, um seleto grupo de pessoas altamente ricas em detrimento de uma maioria miserável.
Mas o 1º de Maio está aí. É dia dos trabalhadores no mundo saírem às ruas com o propósito de transformar a realidade atual. Karl Marx acreditava que a consumação da emancipação humana somente será possível pela união e ação dos trabalhadores. Destarte, cabe às entidades representativas dos trabalhadores – centrais, sindicatos, associações – se organizarem para quebrarem a espinha dorsal do sistema vigente, o que traria significativas conseqüências para a melhoria das relações de trabalho em escala mundial.
Para o bem da humanidade, é imperioso que todos os trabalhadores se insiram nesse processo contínuo de re-organização dos movimentos sociais para a construção de um outro mundo possível.
A AFBNB parabeniza todos os trabalhadores do mundo que lutam por dias melhores, em especial os funcionários do BNB, que labutam por um novo amanhecer no Nordeste brasileiro.
“Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos!” – Karl Marx e Friedrich Engels |