A AFBNB informa que hoje (08) e amanhã (09) terão continuidade as reuniões de mesa permanente com a diretoria do Banco. Antes, na reunião preparatória, a Associação, como entidade participante da Comissão Nacional, levará alguns pontos a serem discutidos nesse fórum, para que sejam postos na mesa de negociação.
Passivo Trabalhista A AFBNB entende que, apesar das ações serem de alçada dos sindicatos, é importante que o Banco negocie com todos, indiscriminadamente, objetivando uma solução coletiva.
Ponto Eletrônico Coerentemente com a deliberação aprovada na 33ª RCR, a Associação propõe e defende um ponto eletrônico que permita o travamento do computador tão logo as 6 horas previstas na legislação trabalhistas se completem. Apoiamos a instalação do ponto, sim, mas nos moldes no qual após cumprido o expediente normal, a partir de então, as horas a mais passam a ser rigidamente contabilizadas. Outro aspecto do ponto eletrônico é o banco de horas. A AFBNB mostra total desacordo com esse instrumento, pois ele fere a legislação trabalhista, institucionalizando o problema do trabalho gratuito. A Associação defende o cumprimento da jornada de 6 horas para a criação de mais postos de trabalho no Banco; no caso de eventual extrapolação da jornada, essas horas têm que ser rigorosamente pagas.
Plano de Funções A AFBNB, em consonância com a deliberação da 33ª RCR, é totalmente contrária a essa cultura do BNB de não respeitar a isonomia entre as funções comuns às agências com as da direção geral. Também não concorda com funções de 8 horas. A entidade luta igualmente pela valorização das funções técnicas (ex:agente de desenvolvimento e técnico de campo), das funções gerenciais (ex:GSN), que estão muito aquém das responsabilidades que desenvolvem, bem como de uma função de caixa no mesmo nível dos outros bancos federais. Outro aspecto defendido pela entidade é a garantia da retroatividade do Plano para 1º de setembro de 2007.
Embora tenhamos um entendimento de que é importante lutar por um Plano de Funções compatível com as atribuições dos funcionários do Banco e com a missão desenvolvimentista deste – a exemplo de instituições semelhantes - a AFBNB ratifica também que é preciso lutar para a implantação de um Plano de Cargos e Salários no mesmo sentido. Registramos que essa posição foi referendada na 33ª RCR – de que é necessário um PCR que valorize o funcionário, baseado no foco desenvolvimentista, não no de mercado.
É importante ressaltar que o Plano de Funções é de governabilidade do Banco, o que não impede as entidades de lutarem por um plano valorizado. Para a AFBNB, a direção do Banco deve desenvolver esforços para implantar um modelo de comissionamento cujo processo seja considerado justo pelos funcionários, motivando-os a participar e contribuir cada vez mais com a missão do BNB.
Fonte: Assessoria de Comunicação da AFBNB |