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Notícias

  18/01/2008 

Mesa permanente: negociação sem avanços

A primeira rodada de negociação do ano entre o Banco do Nordeste e as entidades representativas do funcionalismo – a 3ª da mesa permanente – ocorreu na tarde da última quarta-feira, dia 16, em João Pessoa (PB). Na pauta, assinatura do acordo coletivo, apresentação do Plano de Funções, implantação do ponto eletrônico, dentre outras questões. Acompanhe o resultado:

Acordo coletivo – O BNB informou que ainda não tem previsão para a assinatura do acordo coletivo. As entidades enfatizaram que esse atraso, que acontece desde a campanha salarial de 2003, reflete-se em desgaste para o funcionalismo.  A AFBNB entende que o Banco deve assumir uma postura mais autêntica junto ao governo, buscando dar celeridade à questão. O funcionalismo não aceita este tratamento diferenciado, haja vista que os acordos de outros bancos já foram assinados.

Plano de Funções – As entidades cobraram o envio da proposta do novo Plano – compromisso assumido pelo Banco na última rodada. Os negociadores informaram, no entanto, que o Plano só será apresentado à Direção do BNB no dia 29 de janeiro. Mais uma vez, comprometeram-se a encaminhar o plano às entidades antes desta data. A AFBNB espera que desta vez o banco cumpra o compromisso assumido com as entidades, já que o prazo do dia 20 de dezembro não foi cumprido.

Ponto Eletrônico – Uma reunião de apresentação sobre o ponto eletrônico ficou marcada para o próximo dia 24 de janeiro, às 11h. Na oportunidade, o Banco também detalhará os critérios de promoção do PCR. Para a AFBNB, o sistema deve ser eficiente, capaz de responder aos anseios dos funcionários, a fim de acabar de vez com o trabalho gratuito no Banco.

PCR – Sobre a revisão do Plano de Carreiras e Remuneração, o BNB reiterou que o GT que discutirá a questão só iniciará os trabalhos após a assinatura do acordo coletivo.  A AFBNB espera que o Banco pressione o governo, para que o acordo seja assinado o mais cedo possível.

Plano de Previdência – Questionado sobre a implantação do novo plano de previdência da CAPEF – o Plano CV, o Banco informou que o mesmo já foi aprovado na Secretaria do Tesouro Nacional e se encontra no DEST. Sobre o assunto, a AFBNB enfatiza que já procurou várias vezes as instâncias competentes – órgãos de governo e a própria CAPEF – para acompanhar a questão e contribuir para dar agilidade ao processo, e registra que vai dar continuidade a este trabalho. A entidade cobra o mesmo empenho do Banco.

Licença-prêmio – Quanto à discussão dos benefícios propostos como alternativas à licença-prêmio, o Banco não apresentou nada de novo sobre este ponto. Afirmou que só irá se manifestar sobre o assunto na próxima negociação.

Empréstimo de férias para os novos funcionários – A implantação do benefício também está na dependência da assinatura do acordo coletivo, segundo a informação dos negociadores do BNB. Cobrado pelas entidades, o Banco garantiu a retroatividade a 1º de setembro.

Função de Caixa Executivo – As entidades também reivindicaram a melhoria do valor da função de caixa executivo, considerada baixa para a responsabilidade assumida. “O Banco reconheceu que a comissão é baixa. Esperamos que este reconhecimento se traduza em alguma melhoria”, afirma o diretor Assis Araújo, que representou a AFBNB na mesa de negociação.

CDC – Problemas relacionados à repactuação das dívidas do CDC também foram relatados pelas entidades. Funcionários reclamam que, apesar da adesão, houve desconto da parcela nos valores anteriores à repactuação, acarretando prejuízos. Além disso, há casos em que o estorno não foi efetivado. O Banco afirmou que houve orientação para o estorno imediato. A AFBNB registra que continua recebendo reclamações dos funcionários e espera que o problema seja solucionado – e que o processo de repactuação seja concluído.

Condições de trabalho – Também houve registro, por parte das entidades, das más condições de trabalho no Banco, por vários fatores: necessidade avanços na área de Tecnologia, perseguição por metas abusivas, extrapolação da jornada de trabalho, dentre outros. Para a AFBNB, estes problemas devem ser superados. “Ressaltamos que o BNB não deve se focar no mercado, mas se destacar e se fortalecer cada vez mais como banco de desenvolvimento”, finaliza o diretor Assis Araújo.

Presenças – Pelas entidades: Marcos Vandaí (Contraf-CUT); Ribamar Pacheco (FETEC-NE); Tomaz de Aquino (SEEB/CE); Antônio Galindo (SEEB-BA); Marcos Henrique e Paulo Ramon (SEEB/PB); Jairo França (SEEB/AL); Odivaldo Olívio e Ribamar Costa (SEEB/CG); Alberto Ubirajara (SEEC/PE); Miguel Nóbrega (AABNB) e Assis Araújo (AFBNB). Pelo Banco: Eliane Brasil (superintendente de Gestão de Pessoas); Eline Gurgel (Ambiente de Gestão de Pessoas); Aníbal Rodrigues (superintendente em exercício da Paraíba) e seu assessor, Fábio Vinicius.

Fonte: AFBNB

Última atualização: 18/01/2008 às 10:50:00
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