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Notícias

  30/09/2004 

A verdade sobre a greve no BNB

Se o discurso é que...

A verdade é que...

A proposta de acordo apresentada pelo Banco é boa, atende aos interesses dos funcionários e é a única possível.

A proposta do Banco ainda não atende às nossas reivindicações, não chega nem mesmo ao patamar da proposta da Fenaban, que foi rejeitada por toda a categoria bancária na assembléia do dia 14/9.

A proposta de acordo apresentada incorpora aspectos relacionados ao PCR/Passivo Trabalhista e, por isso, é melhor que a da Fenaban.

Os temas PCR/Passivo Trabalhista, além de outros, devem ser tratados na pauta específica de cada Banco. Tais aspectos não devem ser aceitos como barganha para o fechamento do acordo nem para a composição de índice de aumento, pois, na verdade, são direitos já prometidos desde o ano passado e que já deveriam ter sido implantados este ano.

A proposta do BNB não foi apresentada na Assembléia Geral dos bancários do Ceará e não foi votada em separado pelos funcionários do BNB.

A proposta do Banco foi lida, integralmente, na Assembléia Geral do dia 27/9, mas não houve defesa por parte de qualquer bancário para que ela fosse apreciada. Isto aconteceu porque a nossa campanha salarial é unificada com os bancários de todas as instituições financeiras e, além disso, o entendimento é de que, neste momento, não há proposta do BNB à mesa única que leve à saída da greve.

A greve atinge cerca de 30% das unidades e, por isso, a instituição vem funcionando normalmente.

O quadro de paralisação no Banco é crescente e esta greve já é a maior da história do BNB. Já são 102 unidades em greve, sem contar as CENOP’s, Superintendências e unidades de recuperação de crédito. Além disso, no Passaré, onde historicamente há maior resistência devido à quantidade de comissionados, há uma adesão à greve de cerca de 50%.

A participação do BNB na greve geral tem peso menor, o que justifica uma negociação em separado, sem prejuízo da campanha unificada.

O Banco, independente de seu peso político, é uma instituição financeira de destaque e a participação dos benebeanos na greve é fundamental para fortalecer a categoria. A campanha unificada é uma luta histórica e não é agora que os benebeanos devem desistir.

Caso o BB e a CEF apresentem uma boa proposta, os empregados destes bancos poderão fechar acordo e sair da greve.

Se houver uma proposta vantajosa em relação à da Fenaban, esta será analisada nas assembléias unificadas e poderá ser tomada como referencial para a categoria.

Há uma postura democrática, diálogo com os representantes dos funcionários e respeito ao direito de greve.

Muitos funcionários estão se sentindo coagidos com a prática de alguns gestores, que ligam para suas residências convocando-os para comparecerem às suas unidades de trabalho. Este tipo de atitude é a mais pura forma de pressionar os funcionários e é considerada anti-democrática.

Fonte: AFBNB

Última atualização: 30/09/2004 às 10:44:00
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