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Notícias

  08/11/2007 

BNB renegocia dívidas de produtores até dezembro

Cerca de 60 mil produtores rurais nordestinos que apresentam dificuldades para pagar financiamentos com o Banco do Nordeste do Brasil têm até 31 de dezembro próximo para renegociar dívidas. O alerta foi dado nesta quarta-feira pelo presidente da Instituiição, Roberto Smith, acrescentando que o montante da dívida rural em atraso é superior a R$ 2 bilhões. Essa renegociação está prevista na lei nº 11.322, que oferece vantagens para quem quer rever empréstimos da área.

Segundo Roberto Smith, nesse contingente de produtores rurais "nem todos estão atrasando, mas todos têm direito de renegociar prazos". Para que isso ocorra, devem liquidar 1% do débito e, a partir daí, acertar prazos de desembolso e juros. "Isso deve ajudar bastante àqueles que estão com problemas em consequência até da estiagem registrada em pontos do Nordeste. Isso não é só para adimplente, que pode rever prazos, mas para dar chance a quem não está em dia normalizar sua situação", acentuou o presidente do banco.

Para que faça a renegociação de seus débitos, de acordo com Smith, basta o produtor rural procurar as agências do BNB e avaliar as opções apresentadas. O presidente da Instituição deu a informação antes de seguir para Brasília onde, nesta quarta-feira, despachará com o ministro Mangabeira Unger, titular da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo. "Nós vamos expor o planejamento estratégico do banco, principalmente no plano do microcrédito, que interessa ao ministro", adiantou Smith.

Sobre essa carteira do banco, ele informou que o Crediamigo deverá fechar o ano com incremento da ordem de 20% nas operações. "Nós devemos superior de R$ 600 milhões para cerca de R$ 700 milhões e estimamos nos próximos dois anos aumentar a nossa carteira de clientes de 260 mil", acentuou o presidente do BNB.

De Brasília, Smith estendeu viagem até o Rio de Janeiro. Ali, acertou o ingresso do banco como agente nas operações do Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). Serão novos recursos para aquecer o setor industrial produtivo da região, conforme o dirigente do banco, que não estimou valores a serem disponibilizados através desse fundo pela instituição.

Fonte: Jornal O Povo

Última atualização: 08/11/2007 às 11:26:00
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