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Notícias

  12/09/2007 

BANCOS: Sistema permitirá comparação de tarifas

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) vai lançar na próxima terça-feira um serviço próprio de comparação de tarifas bancárias para pessoas físicas. A princípio, o sistema vai comparar 46 tipos de tarifas diferentes por 10 dos maiores bancos de varejo do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Santander e Unibanco). Os dados utilizados para a comparação são os mesmos que os bancos enviam para o Banco Central. A diferença é que, com o sistema, eles foram padronizados e colocados de forma que seja possível uma comparação. "Já é um grande avanço para dar transparência ao processo", disse o vice-presidente da instituição, José Luiz Acar Pedro.

Ao comparar o preço de uma determinada tarifa, o sistema disponibiliza várias informações - como valor, periodicidade do pagamento, se há franquia para o serviço e como ele é especificado no extrato do cliente. O próximo passo será buscar a inclusão dos demais bancos bancos no sistema. Concluído esta fase, passará para as próximas - que são fazer a comparação de cestas de serviços bancários e incluir as tarifas para as pessoas jurídicas. Segundo a Febraban, não há prazo definido para que estas fases do projeto sejam implementadas.

Para a entidade, o sistema - chamado de Star (Sistema de Divulgação de Tarifas de Produtos e Serviços Financeiros da Febraban - é um dos passos a serem implementados para a auto-regulação das tarifas bancárias. Desta forma, acreditam, estão dando uma nova contribuição para que a concorrência no setor se reavive e, através da pressão dos consumidores, colabore para reduzir o preço das tarifas.

Novas regras
A pressão sobre os bancos para deter a alta de suas tarifas ganhou outro capítulo ontem mas, este, fora do raio de ação da Febraban. O ministro da Justiça, Tarso Genro, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, assinaram um acordo que cria um grupo de trabalho que definirá novas regras para a fiscalização dos bancos. Este grupo definirá em até 60 dias como os Procons atuarão para colaborar na fiscalização. Eles agruparão as reclamações dos consumidores e, a partir de uma determinada quantidade de queixas, acionará o Banco Central para que este faça a fiscalização.

Segundo o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Ricardo Morishita, a nova sistemática de fiscalização contribuirá para que os bancos resolvam as queixas antes de que o cliente vá ao Procon. Esta prática evitaria que o número de reclamações atingisse a quantidade necessária para que o Banco Central seja acionado.

Fonte: Jornal O Povo

Última atualização: 12/09/2007 às 09:48:00
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