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Notícias

  30/04/2007 

Diretoria da AFBNB divulga Manifesto pelo Dia do Trabalho

Companheiros e companheiras,

O caráter mundial do modo de produção capitalista nos leva a conceber o dia do trabalhador como necessariamente internacional, de maneira que a luta de cada povo trabalhador, nos diferentes caminhos encontrados, das diferentes regiões do mundo, seja encarada como nossa luta, nosso sangue, nossa carne e nossa alma.

E essa luta constrói as sociedades humanas porque, enquanto houver de um lado os possuidores dos meios de produção e os que só possuem sua força de trabalho para sobreviver, ou seja, possuidores e oprimidos, a história viverá. A história não acabou e nem acabará com a odisséia da abolição da exploração humana, pois a emancipação da classe trabalhadora trará, em seus processos, novas contradições cujas soluções significam a elevação das relações humanas.

Saudamos com esperança a retomada da resistência do povo trabalhador e, em especial, da América Latina, do mundo contra a avassaladora ofensiva do capital que, aproveitando-se do desenvolvimento das forças produtivas da humanidade, ou seja, o desenvolvimento da técnica e da ciência, jogaram os trabalhadores no desemprego, na precarização do trabalho, na informalidade, na insegurança social, através  da desregulamentação das relações de trabalho.

As realidades sócio-econômicas não acontecem como uma fatalidade. São feitas através da engenharia política das classes dominantes. Por isso, no Brasil, às vésperas de 1º de maio, a mídia vocifera uma campanha frenética contra o trabalhador, porque afirma que o desemprego, a informalidade do trabalho são conseqüências dos encargos sociais, preparando o campo para reformas que destroem os direitos econômicos, trabalhistas e sociais, colocando como “indispensáveis” para o desenvolvimento do país, as reformas previdenciária, sindical, trabalhista e tributária. Todas essas “necessárias” reformas são verdadeiros “cavalos de tróia” para os trabalhadores, visam usurpar suas conquistas  para elevar os lucros das empresas.

Neste 1º de maio, a forma mais elevada de homenagear o trabalhador é organizar a luta contra tais reformas conservadoras, inclusive denunciando os falsos progressistas que, unidos aos habituais inimigos da classe trabalhadora proclamam como necessárias tais reformas ao desenvolvimento do país.

Vamos, neste 1º de maio, levantar a bandeira de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, içando-a como um farol a indicar o caminho da sua emancipação e, com ela, a emancipação do povo brasileiro! Não há outro caminho!

Mas, como já afirmamos, o trabalho, assim como o capital, não tem fronteiras. Portanto, na luta de todos os trabalhadores do mundo encontramos nossa própria luta.Temos destinos históricos inseparáveis. A nossa opção de luta contra o capital significa mais que nossa resistência, mas uma opção aberta ao futuro.

A causa dos trabalhadores é a causa de toda a humanidade!
Salve o 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho!
Abaixo as reformas a serviço do capital!

A Diretoria da AFBNB

Última atualização: 30/04/2007 às 13:11:00
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