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Notícias |
30/01/2007 |
Assédio Moral e Código de Ética: um anti-valor e um valor que não se dão bem |
A Associação dos Funcionários do BNB (AFBNB) tem em sua missão a defesa dos interesses de seus associados, bem como do Banco do Nordeste enquanto instituição promotora do desenvolvimento da Região. Por isso, é de interesse da entidade que as relações entre o BNB e seu corpo funcional sejam harmônicas, respeitosas e justas, de forma a contribuir para um ambiente de trabalho cada vez mais motivado, que resulte em benefícios para toda a área de atuação do BNB.
Infelizmente, apesar de vivermos tempos onde se preza e se prega a democracia e em que toda e qualquer forma de cessão de liberdade é veementemente condenada e repelida por toda a sociedade, a AFBNB tem recebido várias denúncias de perseguição, desrespeito à livre manifestação de pensamento e assédio moral nas unidades do Banco. Se tal prática é condenada em outros locais, no BNB ela deveria ser apenas uma lembrança ruim que ficou no passado, e não jamais retornar ao cotidiano dos funcionários, tão perseguidos e massacrados em um passado recente.
Por isso, conclamamos a todos os companheiros para a resistência a estas práticas desumanas, formando uma rede de solidariedade, em que todos façam proteção uns aos outros. O assédio moral é uma arma covarde. As pessoas que se isolam são as mais ameaçadas. As que possuem aliados, são as mais protegidas. Portanto, companheiros, além da luta através das entidades representativas, organizem-se contra essa prática cruel e degradante que ocorre no mundo do trabalho. Jamais permitam a gestão de cinismo, de injúria daqueles que, por interesses inconfessáveis, tomam atitudes destruidoras da dignidade do trabalhador. Não aceitem esses abusos, arma dos gestores gananciosos. Não se afetem quando, com cinismo, dizem: “você não tem perfil”. É uma arma permanente, para explorar a força do trabalho, em jornadas estressantes.
O BNB não precisa disto. É um banco que superou todos os índices de crescimento de produtividade do trabalho do sistema financeiro nacional. Prova disso são seus resultados irrefutáveis nos últimos 4 anos. Sobretudo porque é um banco que persegue a ética como fundamento de gestão. O assédio moral fere de morte e torna letra morta o código de ética recém criado pela atual administração. Apelamos a todos para a luta sem quartel contra esta prática com critério de valor de barbárie.
A AFBNB se solidariza com os funcionários que têm sofrido na pele o assédio moral e vai continuar buscando o diálogo com o Banco para esclarecer o assunto. Caso o diálogo não seja possível, outras estratégias serão utilizadas. Uma delas, é a visita dos diretores da AFBNB aos gestores citados.
A diretoria |
| Última atualização: 30/01/2007 às 12:57:00 |
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