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Notícias

  08/11/2006 

Manifesto em defesa do funcionalismo do BNB

Amanhã, quinta-feira, é dia de paralisação no BNB para reivindicar o cumprimento da convenção da Fenaban, inclusive com o pagamento integral da PLR. Por isso, a AFBNB lança manifesto no qual convida a todos a mostrarem sua indignação frente ao tratamento dispensado pelo Banco aos seus funcionários. Hoje haverá assembléias em vários estados, para discutir e planejar o dia de amanhã. Na Paraíba, Ceará, Bahia, Alagoas e Sergipe, a assembléia será às 18:30h; no Rio Grande do Norte, às 17:30h e em Pernambuco, às 19h. Participe das assembléias e lute por seus direitos! O manifesto pode ser lido na íntegra.

M A N I F E S T O

09 de novembro é dia de paralisação no BNB.
É hora de combater os esqueletos vivos.


Nesta quinta-feira, 09 de novembro, os funcionários do BNB terão a oportunidade de mostrar ao Banco toda a sua indignação frente ao acordo rebaixado proposto. Será o momento de protestar contra a discriminação sofrida em relação aos funcionários dos outros bancos estatais, que obtiveram convenções mais vantajosas. Será um dia de paralisação total para provar que o funcionalismo do BNB continua mobilizado na luta pelos seus direitos.

O que nós percebemos hoje é, no mínimo, uma contradição: enquanto o Banco do Nordeste obteve resultados excelentes, fruto do esforço de seus funcionários, oferece menos que o mínimo no acordo coletivo. Com isso, a Direção do BNB subiu ao pódio: campeã dos baixos acordos nos últimos quatro anos.

Quando da posse da nova Diretoria, a expectativa era de reversão de uma “era de arrocho salarial e de degradação da sua força de trabalho”. Mas, infelizmente, isso não aconteceu. Por um lado, a dedicação e compromisso dos benebeanos foram tamanhos que elevaram os indicadores de desempenho da Instituição no período 2003-2006, batendo recordes. A mídia festejou e o Governo Federal teceu elogios às suas ações de desenvolvimento na região Nordeste.

E pelo outro lado? E seus trabalhadores? Nós sempre ficamos com o acordo mais rebaixado dos bancos oficiais. Por quê? Os pretextos sempre aparecem. Primeiro o ajuste da Caixa de Previdência nos impôs o mais rebaixado acordo. Depois, pagamos pela “festa dos esqueletos”, ou seja, o resgate do passado pelo descalabro dos encargos sócio-fiscais dos balanços maquiados da gestão anterior. Agora temos a “barreira” do DEST, que só demonstra poder e força com o Banco do Nordeste, enquanto Caixa Econômica e Banco do Brasil já celebraram acordo.

Assim, a chamada “herança maldita” corre o risco de se tornar o eterno argumento que nos colocou nesta ratoeira. Uma boa gestão não vale se não debruça sua preocupação na força de trabalho. Somos responsáveis pelos extraordinários resultados.

Quando se trata de reconhecer nosso esforço, nos deparamos com a desculpa do “não pode” e “não dá para fazer”. É preciso reverter essa lógica, mostrando nossa indignação. Se não nos organizarmos, perderemos cada vez mais as condições de exercer nossa força e seremos sempre golpeados. Agora, por esqueletos vivos.

Dessa forma, todos devem comparecer às assembléias de seus sindicatos nesta quarta-feira, 08 de novembro, para deliberar sobre a paralisação de amanhã.

A Diretoria 

Última atualização: 08/11/2006 às 10:21:00
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