A Campanha Nacional acabou em outubro, mas ainda restam pendências a resolver. O pessoal do BNB e do Basa ainda não têm acordo relativo à participação nos luros e resultados. Há impasses também no BNDES e no Basa, que não têm acordo específico assinado. Assim, novembro começa com uma série de reuniões no âmbito da Contraf-CUT e da Fetec-NE para buscar solução para esses embróglios. Enquanto isso, os trabalhadores desses bancos continuam mobilizados.
Na quarta-feira, 1º, a Comisssão Nacional dos Funcionários do BNB faz reunião ampliada no Recife, para definir os encaminhamentos para pressionar o banco a cumprir integralmente a Convenção Coletiva Nacional - na sede do Sindicato.
Além da PLR, os empregados reivindicam igualdade de tratammento com os funcionários da Caixa e do Banco do Brasil. Em pauta, também, a demissão arbitrária de dois trabalhadores do banco em Pernambuco, no início do ano, como retaliação a ações judiciais relativas a horas extras. No dia 26 de outubro, houve protestos em Fortaleza e no Piauí sob o mote “BNB não é circo, mas faz seus funcionários de palhaços”.
Os empregados do BNDES paralisaram suas atividades de 19 a 23 outubro, no Rio e Recife, em busca dos índices de reajustes melhores. Retomaram ao trabalho e aguardam negociação com o banco. Já a Comissão do Basa suspendeu a reunião do dia 23 de outubro, porque a a direção do Banco da Amazônia estava aguardando uma posição dos órgãos superiores. Ou seja, a mesma falta de autonomia que assola o Banco do Nordeste.
Fonte: SEEB/PE |