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Notícias

  29/08/2006 

Bancários e banqueiros negociam nesta terça-feira

Bancários e banqueiros ficam frente a frente novamente nesta terça-feira, dia 29, em mais uma rodada de negociações da Campanha Nacional 2006. Este é o terceiro encontro desde a entrega da pauta de reivindicações, no dia 10, e os bancários querem avanços.

“Na última rodada de negociação, na segunda-feira passada, os representantes dos bancos disseram não para todas as reivindicações dos trabalhadores do sistema financeiro. De lá para cá, realizamos dois dias nacionais de lutas, com protestos e paralisações em todo o país. Esperamos que os banqueiros tenham entendido o nosso recado e comecem a negociar com seriedade. Queremos proposta e se a Fenaban não apresentar nada, vamos intensificar os protestos até deflagramos a greve. Esta é a linguagem que os banqueiros entendem”, afirmou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.

Na reunião de segunda-feira passada, a Fenaban negou qualquer tipo de reajuste ou melhora na PLR. Os patrões ainda se recusaram a pagar a 13ª cesta-alimentação e o 14º salário e não quiseram nem discutir horário de atendimento. “Nem nas discussões sobre saúde e condições de trabalho houve avanços. O setor que mais lucra no país, que bate recordes atrás de recordes, demonstrou total intransigência neste começo de negociação. Esperamos uma outra postura dos banqueiros nesta terça-feira”, completou Vagner.

Segundo o dirigente, a única proposta concreta que a Fenaban apresentou nessas duas rodadas foi a renovação da Convenção Coletiva Nacional por dois anos, em lugar das negociações anuais. “Podemos negociar o período de duração do contrato, mas não abrimos mão de aumento real, emprego e melhores condições de trabalho e saúde para todos”, ressaltou Vagner.

Veja as principais reivindicações da Campanha Nacional 2006

Índice de reajuste

7,05% de aumento real, mais a inflação no período (1º/09/ 2005 a 31/08/2006)

Participação nos Lucros e Resultados (PLR)

5% do lucro líquido linear para todos, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500

Saúde e condições de trabalho

Fim do assédio moral

Fim das metas abusivas

Isonomia para todos

Mais segurança bancária

Defesa do emprego

Ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe dispensas imotivadas

Ampliação do horário de atendimento bancário com dois turnos de trabalho

Mais contratações

Respeito à jornada de seis horas

Piso da categoria

R$ 1.500 (valor atual R$ 839,93)

Auxílio-creche/babá

Um salário mínimo, R$ 350 (valor atual 165,34)

Cesta-alimentação

R$ 300 (valor atual 230,02)

Gratificação de caixa

R$ 500 (valor atual R$ 226,65)

13ª Cesta-alimentação

14º salário

Fonte: Contraf-CUT

Última atualização: 29/08/2006 às 09:46:00
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