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Notícias

  28/08/2006 

Dia do Bancário se transforma em Dia de Luta contra o Assédio Moral

Há 55 anos, os bancários iniciavam uma das mais longas greves de sua história. Foram 69 dias de paralisações e muitos protestos para quebrar a intransigência dos banqueiros. Naquele ano de 1951, a categoria reivindicava um reajuste de 40%, salário mínimo profissional e adicional por tempo de serviço.


A greve foi duramente reprimida pelas autoridades, que prendiam e espancavam os trabalhadores. As reivindicações foram parcialmente aceitas, mas as semanas de luta dos bancários tiveram um simbolismo especial. As mobilizações colocaram em xeque a lei de Greve do governo de Eurico Gaspar Dutra. Além disso, foi a partir desta greve que surgiu a iniciativa de criar o Dieese, concretizado em 1955.

Dentro daquele movimento grevista, o dia 28 de agosto ficou marcado para a categoria e foi instituído como o Dia Nacional dos Bancários. Hoje, 55 anos depois, os trabalhadores do ramo financeiro se unificaram para enfrentarem juntos novas batalhas. Uma das principais lutas é contra o assédio moral.

Para marcar a data e protestar contra este mal da modernidade, os bancários realizam neste dia 28 de agosto de 2006 um Dia Nacional de Lutas contra o Assédio Moral. Quase a metade da categoria já sofreu o assédio, segundo recente pesquisa.

“A decisão de realizar um Dia Nacional de Lutas contra o Assédio Moral em pleno Dia do Bancário foi tomada pelo Comando Nacional. Nos quatro cantos do país os sindicatos devem protestar nesta segunda-feira, principalmente porque no dia seguinte temos negociações com a Fenaban. Orientamos os sindicatos a trabalharem com a cartilha ‘Assédio Moral é ilegal e imoral’ junto à base e que distribuam à população carta aberta no jornal do cliente para denunciar as situações humilhantes e constrangedoras que os bancários estão expostos no cotidiano de seu local de trabalho”, afirmou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT

Última atualização: 28/08/2006 às 10:02:00
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