A comissão de empresa reuniu-se, na terça-feira, 4 de abril, com os negociadores do BB para posicionar-se contra a decisão da diretoria do banco de reduzir despesas administrativas em 10%, sendo metade com despesas de pessoal.
A é injustificável no momento em que o BB bate o seu recorde histórico de lucratividade, e o corte de despesas com pessoal pretendido é também contraditório do ponto de vista financeiro e de gestão de pessoas.
No BB, a eficiência cresce com o aperfeiçoamento da política salarial. Durante o período de reajuste zero (1996 a 1999), o banco apresentou desempenho insatisfatório. O melhor índice ocorreu no ano de 2005, resultado expresso no relatório de administração como produto do esforço do funcionalismo.
Cassi – Mais uma vez os representantes do funcionalismo cobraram do banco o cumprimento da cláusula 56 do acordo coletivo, que determina que a empresa teroa de apresentar proposta sobre a CASSI até o dia 31 de dezembro de 2005.
PCS/PCS - O banco ainda não apresentou nenhuma solução para o PCC e diz que esta avaliando as propostas do movimento sindical relativas aos PCS, os representantes da Comissão deixaram claro que esses temas não podem ficar para serem resolvidos na campanha salarial. O banco prometeu e deve honrar seus compromissos.
Fonte: CNB/CUT |