Sempre lento, o BNB até hoje arrasta a implantação do novo PCR (Plano de Cargos e Remuneração). A demanda é antiga, mas, o banco não tem feito questão de colocar em prática. A esperança é que com o presidente da empresa, Nelson Antônio de Souza, que acaba de chegar, as coisas mudem.
Os funcionários também se queixam das contribuições altas para a Camed (Caixa de Assistência Médica), assim como soluções para o plano BD da Capef (Caixa de Previdência dos Funcionários do BNB).
O BNB é um banco federal. Por isso, a responsabilidade em estabelecer um acordo aditivo que respeito e valorize o trabalhador é ainda maior. Durante a entrega da minuta específica, na semana passada, o presidente Nelson Antônio de Souza, afirmou que o pleito era coerente. Os bancários, portanto, ficam na expectativa do cumprimento das promessas.
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