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Notícias

  24/01/2006 

Dívida pública interna só diminui se houver redução da Selic, diz economista

O economista e cientista social André de Melo Modenesi, professor do Ibmec, avalia que se o problema da dívida pública interna brasileira não será resolvido em curto prazo, a menos que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central promova um corte "mais drástico" na taxa básica de juros da economia, a Selic. Em 2005, segundo dados divulgados hoje (23) pelo Tesouro Nacional, a dívida pública interna subiu 20,9%, encerrando o ano em R$ 979, 7 bilhões.

Segundo Modenesi, a maior parte da dívida pública interna é composta pelas Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LTFs). "Essas letras são títulos do governo que estão atrelados à Selic. Como a Selic é muito alta, o custo da dívida pública é muito grande", explicou. "A dívida só cairá se o Banco Central promover reduções mais fortes na Selic. Como a gente não espera que ele venha a fazer isso, a dívida vai continuar sendo um problema para a economia brasileira".

Na última reunião, ocorrida dia 18, o comitê reduziu a Selic de 18% para 17,25%. "O problema é que essa redução é muito lenta. A expectativa é que o Copom, na melhor das hipóteses, vai ficar mantendo esse 0,75 ponto de queda", observou, acrescentando que, em dezembro de 2006, a taxa deve continuar em um patamar alto. "É um absurdo. Taxa de juros de dois dígitos existe em poucos países do mundo", avaliou.

Fonte: Agência Brasil/Radiobrás

Fundo de pensão: bancários pressionam Banco da Amazônia - 23/01/2006
A assembléia dos bancários sobre a Caixa de Assistência e Previdência dos Funcionários do Banco da Amazônia (Capaf) realizada na sexta-feira, dia 20, na sede do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, decidiu que a categoria vai pressionar o banco a apresentar resposta às medidas sugeridas pelo Grupo de Trabalho (GT/Capaf) como alternativas para a situação em que se encontra hoje o fundo de pensão dos empregados do banco. O documento com os resultados do trabalho (formado por representantes do Seeb PA/AP, Aeba, Aaba e Banco da Amazônia) foi entregue à diretoria do banco em agosto/2005. A Capaf sofre com déficit atuarial, falta de repasse pelo banco das parcelas definidas em acordo com a categoria e má administração.

Apesar de não ter sido tirada uma data específica, todos concordaram que a resposta tem de ser dada o mais rapidamente possível, já que o prazo para apresentação de uma alternativa à Secretaria de Previdência Complementar expira em 23 de fevereiro. Outra deliberação da assembléia foi realizar reunião com os participantes do fundo em no máximo um mês, ou logo que o banco apresente sua contraproposta.

A assembléia reuniu dezenas de pessoas no ginásio de esportes da entidade sindical. Aposentados, pensionistas e assistidos pelo fundo de pensão ouviram atentamente as explicações do advogado Castagna Maia, especialista em direito previdenciário, sobre a situação do Fundo. Também tiveram oportunidade de tirar as dúvidas com o advogado, com Wanderley Freitas, diretor da Globalprev, que assessorou o GT/Capaf na proposta enviada ao banco e com dirigentes das entidades.

Maia disse que a situação da Capaf é grave e histórica, pois data do governo FHC. Segundo o advogado, para resolver a questão é necessária negociação e rápida e o banco está demorando nas respostas. "Está faltando seriedade ao nosso interlocutor", criticou. Ele se referia ao que chamou de "terrorismo" que vem sendo feito pelo banco, inclusive por meio da imprensa, falando da liquidação do Fundo. O advogado garantiu que apesar da gravidade da situação, os participantes terão seus direitos garantidos em qualquer desfecho. "Não é para tranqüilizar, não é para desesperar, é para mobilizar", sentenciou. As entidades estão programando atividades para pressionar o banco a encontrar uma solução.

Fonte: Seeb Pará e Amapá

Última atualização: 24/01/2006 às 10:56:00
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