A AFBNB, representada pela presidenta Rita Josina Feitosa da Silva e pelos diretores Assis Araújo e José Frota de Medeiros, participou na manhã de ontem (dia 6) do seminário de integração para novos funcionários, no Passaré.
Os diretores fizeram um breve resgate da criação da AFBNB e das lutas históricas travadas desde então, tanto no âmbito institucional – de defesa da instituição Banco do Nordeste do Brasil – quanto nas questões trabalhistas, sempre na perspectiva de garantia e ampliação dos direitos dos trabalhadores do BNB. Além disso, reafirmaram o compromisso da atual gestão da Associação com a missão da entidade, qual seja, atuar em defesa do banco enquanto instituição de desenvolvimento; lutar pelos direitos dos trabalhadores e combater as desigualdades regionais.
Rita Josina abordou o empenho da Associação e todo o esforço despendido – administrativa e politicamente – para que o Banco convocasse os aprovados no concurso e ressaltou que essa luta continua, tendo em vista que muitos ainda não estão nos quadros da instituição, apesar da necessidade de mão de obra. Ela enfatizou sobretudo a situação dos técnicos, pela especificidade do trabalho a ser desenvolvido e da capacitação que possuem para esse fim.
José Frota de Medeiros falou das diferenças de um banco de mercado para uma instituição de desenvolvimento, remontando à origem do BNB – em meio a uma grande seca que assolou a economia e a população da região. “Vocês estão entrando em um banco diferente. Não precisamos de produtos e serviços; precisamos de programas e projetos de desenvolvimento”, alertando a todos para a vigilância na missão do Banco, para que este não se desvirtue.
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Assis Araújo reforçou esse entendimento, acrescentando que uma instituição diferente também deve tratar seus trabalhadores de maneira diferenciada, valorizando-os. Ele citou casos como o plano de cargos e remuneração rebaixado e problemas como os da Capef (plano BD) e da Camed como ameaças aos funcionários, além da prática inaceitável de assédio moral no BNB, lembrando que a AFBNB é um foco de resistência dos trabalhadores. “Se estivermos sozinhos e isolados, somos presa fácil para que o patrão nos amarre, mas se estivermos juntos, bem informados, podemos fazer o bom combate”, afirmou.
Para a presidenta da Associação, Rita Josina, “é sempre muito importante para nós esse contato com a base. Especialmente com os funcionários que estão chegando, é fundamental apresentarmos o entendimento da AFBNB na defesa do banco, enquanto instituição de desenvolvimento para que eles se apropriem dessa visão. Afinal, são eles que darão corpo ao BNB que defendemos”.
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