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Notícias

  09/01/2006 

Inscrições abertas para Fórum Social Mundial

Estão abertas as inscrições de organizações, delegados/as e indivíduos para os eventos do Fórum Social Mundial (FSM) 2006. A sexta edição do Fórum Social Mundial será policêntrica, ou seja, ocorrerá de forma descentralizada, em diferentes lugares do mundo. Três cidades sediarão o VI FSM: Bamako (Mali - África) de 19 a 23 de janeiro de 2006, Caracas (Venezuela – América) de 24 a 29 de janeiro de 2006 e Karachi (Paquistão – Ásia), que estava previsto para as mesmas datas de Caracas, mas foi adiado por dois meses. As inscrições do evento de Caracas terminam em 10/01/2006. Em Caracas, as discussões acontecerão a partir dos eixos temáticos abaixo:

1. Poder, política e lutas pela emancipação social
Novos padrões de poder global: relações entre movimentos, organizações sociais, partidos e Estado. Balanço e perspectivas das lutas contra o capitalismo neoliberal no continente americano e no mundo. Relações entre política e economia. O papel do Estado: o público e o privado. As lutas para construir a democracia. Práticas sociais de resistência: novas culturas políticas e novas formas de organização. O Fórum Social Mundial: processos e perspectivas. Projetos políticos e propostas programáticas. Solidariedade e novo internacionalismo. Feminismo, lutas contra o patriarcado e contra todas as formas de dominação e violência. A conjuntura continental e os novos desafios para a construção de alternativas. Lutas e projetos políticos dos povos e nacionalidades indígenas. Lutas juvenis. Horizontes de mudança e de transformação social: outros socialismos são possíveis?

2. Estratégias imperialistas e resistências dos povos
Neoliberalismo de guerra e ordem imperialista. Militarização, criminalização das lutas e a pobreza, terror, terrorismo e cultura do medo. Políticas de “cooperação” militar: bases militares, ocupação e acordos de imunidade na América Latina e no Caribe. A “guerra de civilizações” como nova estratégia de expansão imperialista. Mercantilização da vida e seus instrumentos jurídico-institucionais: “livre comércio”, dívida externa, instituições financeiras internacionais, OMC, ALCA e TLC´s, corporações multinacionais. Modelo energético e geopolítica da energia. As crises das instituições do sistema de Nações Unidas e do direito internacional. A luta pelos direitos humanos e direitos dos povos. Soberania e luta contra o colonialismo. Relações Sul-Sul. Novos rumos para a integração regional e a integração dos povos. O desenvolvimento em debate. Resistências, desobediência civil e lutas pela paz.

3. Recursos e direitos para a vida: alternativas ao modelo civilizatório depredador
Capitalismo e ameaças à vida: aquecimento global e catástrofes “naturais”, perda da biodiversidade, desertificação. Apropriação imperialista e privatização dos recursos. Lutas pelo acesso, redistribuição e proteção de recursos: terra, biodiversidade, água, sementes e energias. Autonomias indígenas e territórios. Crises e segregação urbana, exclusão social e violência. As lutas por novas relações e espaços urbanos. Padrões de conhecimento hegemônico e construção de conhecimentos contra-hegemônicos. Diálogos de saberes. Propriedade intelectual e apropriação de saberes. Direito à saúde e práticas alternativas em saúde. Direitos sexuais, direitos reprodutivos e a não penalização do aborto.

4. Diversidades, identidades e cosmovisões em movimento
Pluralidade e interculturalidade. Povos e nacionalidades indígenas e povos afrodescendentes. O racismo e a permanência e reprodução da ordem colonial. Identidades latino-americanas e regionais. Identidades locais. Saberes, espiritualidades e diálogo inter-religioso. Identidades de gênero e diversidade sexual. Identidades e culturas da juventude. Espaços e direitos para portadores de necessidades especiais.

5. Trabalho, exploração e reprodução da vida
Precarização, exclusão, desigualdade e pobreza no Norte e no Sul. Trabalho e desigualdades de gênero. Trabalho, sindicatos e organizações sociais. Migrações e novas formas de exploração. Trabalho infantil.Tráfico de pessoas. Resistências e novas sociabilidades no trabalho. Formas não mercantis de reprodução da vida: reciprocidade, comunidades indígenas, agricultura familiar, economia solidária, cooperativas e autogestão. Trabalho “invisível” e economia do cuidado.

6. Comunicação, culturas e educação: dinâmicas e alternativas democratizadoras
Direito à comunicação para fortalecer a cidadania e a democracia participativa. Resistências à mercantilização da comunicação e à concentração da propriedade da mídia. A agenda social em comunicação e a construção de alternativas. Apropriação social das tecnologias da informação e a comunicação, e resistências na rede (internet e telefonia móvel). Defesa do público na comunicação, na cultura e na educação. Mercado e indústrias culturais. Diversidades lingüísticas e linguagens críticas. Produção artística contra-hegemônica. Movimentos sócio-culturais como resistências dos povos. Direito à educação e lutas estudantis. Modelos educativos contra-hegemônicos e experiências de educação popular.

Eixos transversais:
- Gênero
- Diversidade

Para mais informações sobre o FSM 2006, acesse o site http://www.forumsocialmundial.org.br

Última atualização: 09/01/2006 às 12:32:00
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