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Saiu na Imprensa

  24/01/2013 

MPF investigará acúmulo de cargos

 

Em pouco mais de quatro meses à frente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Ary Joel Lanzarin já está no foco de uma investigação do Ministério Público Federal do Ceará (MPF/CE), que instaurou, na última terça-feira (22), um procedimento administrativo para averiguar a informação de que o atual presidente do Banco acumulava cargos e recebia pagamentos de duas instituições privadas.
 
A informação vem sendo divulgada pela imprensa desde o dia 20 deste mês e o próprio presidente do BNB confirmou o recebimento de R$ 13 mil mensais para participar do Conselho Fiscal das empresas Magazine Luiza (R$ 7.500) e Alelo (R$ 5.500), administradora de cartões do Bradesco, em parceria com o Banco do Brasil. Segundo Lanzarin, o fato ocorreu devido a "um ato falho da governança do banco (BNB), que não me avisou (da proibição de ser conselheiro fiscal) quando assumi a presidência, (em 06 de setembro do ano passado)".
 
O parágrafo 26º do estatuto do BNB, diz que "sob pena de perda do cargo, não poderão o presidente e os diretores exercer qualquer outra atividade no serviço público, em empresas privadas ou como profissional liberal, salvo se por determinação expressa do presidente da República ou do ministro da Fazenda". Após saber da proibição, Ary Joel Lanzarin pediu desligamento dos dois conselhos e disse que devolveria os cerca de R$ 54 mil recebidos das instituições privadas, desde que assumiu a presidência do Banco do Nordeste.
 
Investigação
 
De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério Público Federal do Ceará, o procedimento administrativo foi instaurado para apurar se houve ou não irregularidades no acúmulo de cargos e recebimento de pagamentos de empresas privadas por parte do presidente do BNB. A procuradora Nilce Cunha Rodrigues ficará responsável pelo procedimento administrativo, mas ela está de férias e só retornará ao trabalho no próximo dia cinco de fevereiro.
 
Já a assessoria de comunicação do BNB informou que o presidente da instituição "vai aguardar o pronunciamento do Ministério Público Federal e vai responder diretamente àquele órgão sobre o período em que participou do Conselho Fiscal das empresas Magazine Luiza e Alelo". 
 
Fonte: Diário do Nordeste
Link: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1226597
Última atualização: 24/01/2013 às 10:31:13
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